Dia dos Namorados: dividir despesas pode gerar economia de R$ 28,6 mil por ano

Estudo da Rico destaca como organização financeira a dois reduz conflitos e fortalece planos futuros

No Dia dos Namorados, o amor está no ar, mas a conversa sobre dinheiro também merece atenção. Um estudo da Rico revela que morar junto e compartilhar despesas pode resultar em uma economia mensal de R$ 2.385 para o casal, o que equivale a R$ 28.620 por ano.

Essa economia ganha ainda mais importância diante de uma pesquisa encomendada pela Serasa em 2025, que aponta que 53% dos brasileiros consideram o dinheiro a principal causa de desentendimentos nos relacionamentos.

Divisão proporcional: justiça financeira no casal

Quando o assunto é dividir as despesas, a divisão proporcional à renda surge como uma alternativa mais justa do que simplesmente dividir tudo igualmente. Por exemplo, em um casal com renda total de R$ 10 mil, sendo R$ 6 mil de um parceiro e R$ 4 mil do outro, uma despesa fixa de R$ 2 mil poderia ser dividida em 60% para quem ganha mais e 40% para quem ganha menos.

Thaisa Durso, educadora financeira da Rico, destaca que “conversar sobre orçamento, despesas e metas é tão importante quanto falar sobre sonhos e valores. Quando existe clareza sobre o papel e a contribuição de cada um, o relacionamento ganha estabilidade, propósito e mais condições de construir objetivos em comum”.

Modelos de contas: conjunta, separada ou mista

Além da divisão das despesas, a forma como o casal organiza suas contas também é fundamental. O estudo da Rico apresenta três modelos comuns:

  • Contas separadas: cada um administra sua renda e contribui para os custos compartilhados;
  • Conta conjunta única: todas as receitas e despesas passam pela mesma conta;
  • Modelo misto: cada parceiro mantém sua conta individual e contribui para uma conta conjunta destinada às despesas comuns.

Segundo Thaisa, “não existe uma fórmula única. O importante é que ambos sintam que o modelo adotado é justo e que exista clareza sobre responsabilidades e expectativas”.

Economia que se transforma em patrimônio

Além de aliviar o orçamento mensal, a economia gerada pela vida a dois pode ser investida para construir patrimônio. A Rico simulou um cenário em que o casal investe mensalmente os R$ 2.385 economizados, com uma rentabilidade real de 5% ao ano. Após 30 anos, o patrimônio acumulado chegaria a R$ 1.944.672, enquanto o cenário em que cada pessoa investe R$ 200 por mês morando separadamente resultaria em R$ 326.150.

A diferença supera R$ 1,6 milhão, evidenciando como decisões financeiras conscientes fortalecem o planejamento e a parceria no relacionamento.

Independentemente do modelo financeiro adotado, a especialista reforça a importância de manter uma reserva de emergência suficiente para cobrir entre três e doze meses do custo de vida do casal.

Organizar as finanças a dois não diminui o romantismo da relação; pelo contrário, fortalece a cumplicidade, amplia as possibilidades de realização e cria uma base sólida para o futuro.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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