Coriza recorrente pode indicar rinite ou resfriado
Otorrinolaringologista explica por que o nariz sofre mais nas mudanças de temperatura e quando é hora de procurar atendimento
Se a coriza anda aparecendo com frequência, especialmente em períodos de mudança de temperatura, vale ficar atenta. Segundo o otorrinolaringologista Dr. Gilberto Ulson Pizarro, do Hospital Paulista, esse sintoma costuma ser comum no outono e pode estar ligado principalmente a rinites e resfriados.
Quando o tempo alterna entre calor e frio, o nariz precisa lidar com mais irritação e a resposta do corpo pode surgir como coriza, obstrução nasal e desconforto nas vias respiratórias. Em muitos casos, esse é o primeiro sinal de que algo não vai bem.
Quando a coriza merece mais atenção
De acordo com o médico, se a coriza vier acompanhada de dor de garganta, dor de cabeça, febre ou outros sinais de gripe, o quadro pode ser mais agudo. Nesses casos, há possibilidade de gripe influenza ou até COVID, e a avaliação médica passa a ser ainda mais importante.
Já quando a secreção nasal aparece sozinha, sem mal-estar, o cenário mais comum é de rinite ou resfriado comum. Mesmo sendo sintomas frequentes e, muitas vezes, leves, eles podem atrapalhar bastante a rotina, o sono e o bem-estar no dia a dia.
O que fazer para prevenir
Para os casos relacionados à gripe, o especialista destaca a vacinação como a melhor forma de prevenção. Segundo ele, isso vale tanto para a gripe quanto para a COVID, já que ambas podem causar reações semelhantes e contam com vacina.
No caso da rinite, a orientação é se antecipar aos períodos em que os sintomas costumam piorar, como outono e primavera. Procurar um especialista em otorrinolaringologia no início dessas estações pode ajudar a adotar medidas preventivas e reduzir a recorrência dos sintomas.
O médico também lembra que quem tem asma, por ter origem semelhante à rinite em alguns casos, pode se beneficiar desse acompanhamento preventivo.
Se a coriza está voltando sempre, o recado é simples: não trate o sintoma como algo banal. Observar a duração, a intensidade e os sintomas associados ajuda a entender quando o corpo está pedindo mais cuidado.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



