Alana lança campanha sobre endometriose

A ação “Você sente essa dor?” usa slam, gesto simbólico e plataforma digital para ampliar o debate sobre uma doença que afeta milhões de brasileiras.

A endometriose, doença crônica que afeta cerca de 8 milhões de mulheres no Brasil, ganhou uma nova campanha de mobilização lançada pelo Alana. Assinada pela Propeg, a iniciativa se chama “Você sente essa dor?” e aposta em uma combinação de poesia falada, símbolo visual e plataforma digital para ampliar o debate sobre diagnóstico, informação e preconceito.

Uma campanha para transformar silêncio em conversa

A proposta foi apresentada oficialmente durante o Alana Ideia Fest (AIF), em Brasília, com a presença de comunidade científica, autoridades, sociedade civil, criativos, formadores de opinião e meninas e adolescentes ativistas de diferentes regiões do país. A ideia é usar a campanha para criar um movimento em torno da saúde feminina e dos direitos reprodutivos.

Na comunicação, a Propeg apostou na estética do slam, estilo de poesia falada urbana, para dar força emocional ao tema. A campanha também apresenta um gesto simbólico proprietário: uma das mãos fechada na altura do útero e a outra sobre o coração, criado para funcionar como marca de identificação e mobilização nas redes sociais.

Informação, escuta e comunidade online

Um dos pilares da campanha é a plataforma endometricas.com, pensada como um hub digital colaborativo. O espaço reúne informações científicas e relatos reais de pessoas que menstruam sobre os impactos da endometriose na vida pessoal, profissional e social.

Segundo o material da campanha, a intenção é que o ambiente funcione como uma base de dados e escuta ativa, ajudando a enfrentar a desinformação que ainda cerca a doença.

Veiculação nacional e próximos desdobramentos

A estratégia de mídia prevê veiculação nacional em TV aberta, na TV Globo, entre maio e junho. Em Brasília, a campanha também terá presença regional por meio de ativações de OOH, mobiliário urbano e jornal impresso, em parceria com Rede Globo, Mosaico Mídia e Correio Braziliense.

Ao longo do segundo semestre, a ação deve ganhar novos desdobramentos, reforçando o posicionamento do Alana na agenda de saúde feminina. Em um cenário em que a endometriose ainda é cercada por atrasos no diagnóstico e falta de informação, a campanha tenta fazer o que muitas mulheres pedem há anos: tirar a dor do silêncio e colocá-la no centro da conversa pública.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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