Genéricos ampliam acesso e sustentabilidade da saúde no Brasil
Doenças crônicas causam 74% das mortes globais e pressionam sistemas de saúde
As doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes e doenças cardiovasculares, são responsáveis por cerca de 74% das mortes no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, mais de 57 milhões de pessoas são afetadas por essas condições, que demandam tratamentos contínuos para manter a qualidade de vida. O envelhecimento populacional, que deve dobrar o número de pessoas acima de 60 anos até 2050, aumenta a pressão sobre os sistemas de saúde para garantir acesso e sustentabilidade.
Nesse contexto, os medicamentos genéricos assumem papel estratégico para ampliar o acesso à saúde e assegurar a continuidade terapêutica. Criados pela Lei nº 9.787/1999, os genéricos são versões comprovadamente equivalentes, seguras e eficazes dos medicamentos de referência, custando pelo menos 35% menos. Atualmente, 97% das classes terapêuticas no Brasil possuem genéricos, que representam cerca de 33% do consumo nacional.
No país, as doenças crônicas continuam sendo a principal causa de mortalidade, incluindo câncer, doenças respiratórias crônicas e cardiovasculares. Em 2024, foram registradas mais de 300 mil mortes por essas doenças, segundo a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Apesar da redução gradual da mortalidade prematura, especialistas alertam que o Brasil ainda enfrenta desafios para alcançar as metas globais de redução até 2030.
Isabella Wanderley, presidente da Sandoz Brasil, destaca que “os medicamentos genéricos fazem parte da rotina de milhões de brasileiros que dependem do tratamento contínuo para manter qualidade de vida e evitar complicações”. Ela reforça que esses medicamentos são fundamentais para garantir que o cuidado não seja interrompido, contribuindo para a adesão ao tratamento e a saúde da população ao longo do tempo.
Além de ampliar o acesso, os genéricos são essenciais para a sustentabilidade do Sistema Único de Saúde (SUS) e da saúde suplementar, permitindo o uso mais eficiente dos recursos públicos. Em escala global, genéricos e biossimilares representam entre 50% e 99% do volume de medicamentos nos principais mercados, gerando economias bilionárias, como os US$ 445 bilhões economizados nos Estados Unidos em 2023.
O Dia Nacional do Medicamento Genérico, celebrado em 20 de maio, reforça a importância dessa política pública que ampliou o acesso a tratamentos de qualidade no Brasil. A Sandoz, líder global em medicamentos acessíveis, atua em mais de 100 países, alcançando mais de 1 bilhão de pacientes anualmente com seu portfólio de genéricos e biossimilares.
Com o envelhecimento populacional e o aumento das doenças crônicas, garantir o equilíbrio entre acesso, qualidade e sustentabilidade dos medicamentos genéricos é fundamental para o futuro da saúde pública no Brasil.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



