Licença-maternidade de 180 dias fortalece vínculo entre mães e bebês

Extensão da licença para seis meses melhora o bem-estar materno e infantil e facilita o retorno ao trabalho

A licença-maternidade de 180 dias tem se mostrado fundamental para fortalecer o vínculo entre mães e bebês, além de promover o bem-estar de ambos durante os primeiros meses de vida. Essa extensão do benefício, recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi adotada pela empresa Aperam BioEnergia, localizada no Vale do Jequitinhonha (MG), por meio do Programa Empresa Cidadã, do Governo Federal.

Darleny Fernandes Vieira, gerente de Saúde e Segurança do Trabalho da Aperam, retornou ao trabalho em fevereiro de 2026 após usufruir dos seis meses de licença-maternidade. Ela relata que esse período prolongado permitiu que ela vivesse intensamente os primeiros meses da filha Lívia, fortalecendo o vínculo e ampliando o cuidado e a conexão entre as duas. “Foi um privilégio poder ficar esse tempo todo com a minha princesa”, afirma. Para Darleny, a licença estendida contribuiu para um retorno ao trabalho mais tranquilo, pois a filha já estava maior e mais independente.

Apesar dos benefícios, a licença-maternidade de 180 dias ainda é pouco difundida no mercado brasileiro, onde o mínimo legal é de 120 dias. Dados do eSocial indicam que mais de 380 mil mulheres foram desligadas após a licença entre 2020 e 2025. Além disso, apenas uma em cada quatro mulheres relata receber apoio consistente no retorno ao trabalho, segundo o estudo Women in the Workplace 2025.

A política adotada pela Aperam BioEnergia vai além da extensão da licença e inclui acolhimento no retorno às atividades. Darleny foi recebida com um calendário personalizado contendo fotos dela e da família, o que reforçou o ambiente de carinho e receptividade. Hoje, ela concilia as responsabilidades da gerência com a vida familiar, destacando que “coração de mãe sempre cabe mais”.

Outra experiência positiva é a da analista de Suprimentos Thainara Thaiany Gonzaga Pimentel, que também cumpriu os 180 dias de licença-maternidade e retornou ao trabalho em janeiro de 2026. Mãe de primeira viagem, Thainara destaca que o período foi essencial para acompanhar de perto as descobertas e aprendizados dos primeiros meses da filha Lívia, hoje com nove meses. Ela ressalta que a licença prolongada fez toda a diferença tanto na vida pessoal quanto profissional, proporcionando um retorno mais tranquilo e estruturado.

A ampliação da licença-maternidade para seis meses, embora opcional para empresas privadas, mostra impactos positivos no cuidado infantil e na relação das mulheres com o trabalho, contribuindo para um ambiente mais acolhedor e equilibrado para mães e bebês.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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