Procedimentos estéticos não invasivos valorizam resultados naturais
Tweakments, tratamentos sutis e personalizados, ganham espaço com foco em naturalidade e recuperação rápida
A busca por resultados mais naturais tem impulsionado uma nova fase no mercado de estética, marcada pela preferência por procedimentos não invasivos que oferecem recuperação rápida e intervenções sutis. Conhecidos como tweakments, esses tratamentos vêm ganhando espaço por priorizarem a naturalidade e a progressividade dos resultados, além de possibilitarem protocolos personalizados e contínuos.
O termo tweakments, derivado do inglês “tweak”, que significa “retoque”, reúne procedimentos não cirúrgicos como microneedling, peelings químicos, bioestimuladores de colágeno, skinboosters, além de tecnologias como radiofrequência e ultrassom microfocado. Diferentemente dos procedimentos tradicionais que transformam a aparência, os tweakments têm como objetivo realçar a beleza natural, atuando na prevenção, rejuvenescimento, suavização de rugas e firmeza da pele.
Segundo Raquel Nato, supervisora do suporte clínico do Grupo MedSystems by Classys, “os tweakments refletem uma mudança importante no comportamento dos pacientes, que passam a buscar resultados mais naturais e progressivos”.
Entre os tratamentos que compõem essa tendência estão os neuromoduladores em baixas dosagens, que suavizam rugas de forma natural; bioestimuladores de colágeno, que promovem firmeza gradativa; skinboosters, que hidratam profundamente e devolvem o viço da pele; além de polinucleotídeos e exossomas, focados na regeneração celular.
As tecnologias também desempenham papel fundamental nesse cenário. A radiofrequência estimula a produção de colágeno, proporcionando resultados naturais e progressivos. Equipamentos de ultrassom micro e macrofocado, como o Ultraformer MPT, atuam em diferentes profundidades da pele, promovendo rejuvenescimento, firmeza e definição facial e corporal.
Raquel Nato destaca que “os tweakments aumentam a demanda por tecnologias que entregam precisão, segurança e consistência, permitindo protocolos contínuos e personalizados. Como consequência, o mercado acelera a inovação com soluções cada vez mais versáteis e alinhadas à rotina clínica”.
No Brasil, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) estima que mais de 1,5 milhão de procedimentos estéticos são realizados anualmente, com grande parte sendo não invasiva. Essa tendência reflete a busca por tratamentos menos padronizados e mais respeitosos à individualidade de cada pessoa.
De acordo com a Grand View Research, os procedimentos estéticos não invasivos geraram receita de US$ 69,9 milhões em 2023, com expectativa de crescimento anual composto de 15,6% até 2030, confirmando a expansão desse segmento focado na beleza natural e na segurança dos pacientes.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



