Brasileiros perdem tempo relendo e adaptam hábitos para ler mais

Pesquisa revela que adultos brasileiros perdem 25h por ano relendo e valorizam recursos que facilitam a leitura digital.

Uma pesquisa inédita da Amazon Kindle, realizada com dois mil adultos brasileiros, revelou que leitores estão perdendo tempo valioso durante a leitura, não por falta de interesse, mas por dificuldades como distrações, cansaço visual e formatações densas. Estima-se que, em média, cada sessão de leitura tem cerca de sete minutos perdidos relendo ou reprocessando trechos, o que equivale a mais de 25 horas por ano para quem lê quatro vezes por semana.

Impactos da releitura na confiança e no prazer de ler

Essa perda de tempo afeta a confiança dos leitores: 30% dos adultos que relêem trechos se sentem menos confiantes, e 22% já abandonaram livros que gostavam por considerarem a leitura exigente demais. Para muitos, livros inacabados geram frustração silenciosa, prejudicando a motivação para continuar lendo. Além disso, as dificuldades de leitura na vida adulta são pouco discutidas, diferente da alfabetização infantil. Muitas pessoas encaram esses desafios como inevitáveis, o que reduz a frequência e o tempo dedicado à leitura.

Desafios da leitura no cotidiano moderno

Com a leitura fragmentada em momentos curtos ao longo do dia, manter o ritmo se torna mais difícil. Pequenas interrupções, como perder o ponto da leitura ou ter que reler parágrafos, comprometem o prazer da experiência. A pesquisa aponta que 67% dos brasileiros relêem páginas para compreender melhor, sendo que 61% atribuem isso a distrações e interrupções, 38% perdem o ponto da leitura e 30% sofrem com fadiga visual. Os adultos mais jovens sentem esse descompasso com mais intensidade: 75% da Geração Z se frustram quando as ferramentas de leitura não acompanham seu estilo, e 72% acham difícil manter a leitura diante de múltiplas demandas e distrações.

Adaptação dos hábitos para facilitar a leitura

Em vez de abandonar a leitura, muitos adultos adaptam seus hábitos para lidar com esses desafios. Cerca de 38% dividem a leitura em sessões mais curtas, 44% relêem sem se pressionar, e 25% escolhem formatos ou ambientes que se encaixem melhor na rotina. Essas mudanças refletem o desejo de que a leitura se adapte à vida, e não o contrário. Entre os leitores que conhecem recursos de personalização da leitura digital, 44% afirmam que leem por mais tempo quando o texto é fácil de acompanhar e personalizar. Além disso, 26% se sentem mais confiantes e 27% têm maior propensão a concluir livros.

Leitura digital e personalização como solução

O Kindle foi desenvolvido para se adaptar à vida real, com design leve, bateria duradoura e ambiente livre de distrações. Recursos como ajuste de texto e iluminação, dicionário integrado, marcação de trechos e indicadores de progresso ajudam a reduzir o cansaço visual e manter o ritmo da leitura. A influenciadora Violet Shibuta, embaixadora da campanha “Meu Kindle, meu jeito”, destaca que o dispositivo facilita a leitura em momentos de distração, com adaptações que tornam a experiência mais fluida e confortável. Assim, a leitura digital personalizada permite que adultos superem pequenas barreiras, promovendo consistência, confiança e conclusão dos livros. A pesquisa reforça o compromisso com o acesso à leitura e a inclusão, mostrando que o que os leitores precisam não é mais motivação, mas possibilidades reais de adaptação.

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