Luísa Sonza fala sobre amadurecimento emocional e novo álbum no podcast É Nóia Minha
Cantora revela mudanças no processo criativo e reflexões pessoais em conversa com Camila Fremder
No episódio mais recente do podcast É Nóia Minha?, comandado por Camila Fremder, a cantora Luísa Sonza refletiu sobre seu amadurecimento emocional e a nova fase artística que marca o lançamento do álbum “Brutal Paraíso”, lançado em 7 de abril. A conversa, que também contou com a presença da atriz e podcaster Julia Faria, trouxe uma mistura de humor e reflexões profundas sobre mudanças pessoais e profissionais na trajetória da artista.
Luísa compartilhou detalhes do processo criativo que a levou a transformar sua relação com a arte e as emoções. Ela revelou que, pela primeira vez, não precisou recorrer à “auto mutilação emocional” para compor suas músicas, rompendo com um padrão antigo em que o sofrimento era combustível para sua criação. “Eu tentei não ser tão egocêntrica, de tudo ser sobre mim”, explicou, destacando que algumas canções do novo álbum foram inspiradas nas histórias de outras pessoas, como uma amiga, o que representa uma novidade em sua carreira.
Durante o bate-papo, a cantora relembrou uma frase marcante de um ex-parceiro: “a Luísa arruma motivo pra ficar triste”. Essa fala serviu como ponto de partida para uma análise sincera sobre seu histórico emocional e artístico. “Eu fui olhar meu próximo álbum, escutar… e sim, eu consigo sempre enfiar numa fase ali”, comentou, reconhecendo sua tendência anterior de revisitar momentos difíceis para compor.
A artista também falou sobre a forma como acessa suas emoções para performances, citando o clipe de “Penhasco” como exemplo, em que se reconectou com memórias específicas de um término para transmitir sentimento genuíno. Apesar da intensidade, Luísa mantém um tom leve e bem-humorado, inclusive ao falar sobre seus relacionamentos. Brincando, ela disse ser “vingativa” nos términos, afirmando: “eu sempre sou tão legal, mas quando eu paro de ser legal eu vou na Ana Maria Braga xingar”.
Outro ponto abordado foi a pressão por coerência pública, que Luísa chama de uma de suas maiores “nóias”. Ela refletiu sobre a sensação de que suas opiniões ficam “gravadas para o resto da vida”, o que pode congelar a percepção que as pessoas têm dela. “E eu não sou coerente de maneira alguma”, completou, ressaltando sua visão de identidade em constante transformação.
O episódio está disponível nas plataformas Spotify e YouTube do É Nóia Minha. O conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



