Entenda por que alunos enfrentam estresse já no primeiro trimestre escolar
Especialista revela como metas e planejamento podem transformar a rotina de estudos
O primeiro trimestre do ano letivo é marcado por altas expectativas e metas ambiciosas, mas também por um ciclo de estresse que afeta muitos alunos. Segundo Victor Cornetta, especialista em desenvolvimento estudantil e fundador da Kaizen Mentoria, essa situação ocorre principalmente pela falta de direcionamento, estratégia e organização. “Muitos jovens sabem que precisam estudar todos os dias, mas isso é muito diferente de saber como fazer”, explica.
O acúmulo de conteúdos e o estudo sob pressão, especialmente na véspera das provas, geram um padrão desgastante. O resultado é um aumento da tensão, queda na retenção do aprendizado e uma relação negativa com a rotina escolar. Dados da pesquisa “Aprendizagem na Educação Básica: Situação Brasileira no Pós-Pandemia” indicam que, em 2023, apenas cerca de 5% dos alunos do ensino médio apresentaram conhecimento adequado em matemática, enquanto pouco mais de 32% alcançaram nível suficiente em língua portuguesa. Esses números evidenciam lacunas significativas e reforçam a necessidade de práticas estruturadas.
Cornetta destaca que a queda no rendimento não deve ser interpretada como desleixo. “Existe uma ideia comum de que o aluno já sabe exatamente o que deveria fazer e não faz porque não quer. Na prática, o que observamos é ausência de ferramentas adequadas e de orientação estratégica.” Ele ressalta que, quando o objetivo está mal definido, como estudar apenas para garantir a média, o estudante tende a fazer o mínimo necessário.
O especialista compara a situação com hábitos saudáveis: “Todo mundo sabe que, para ser mais saudável, precisa se exercitar e se alimentar melhor. O desafio não está nessa informação, mas em organizar a rotina, fazer compras adequadas, preparar refeições, definir horários e escolher o treino correto. Se tudo isso estivesse previamente estruturado, seria muito mais fácil manter consistência. Com a aprendizagem acontece o mesmo.”
Mais do que cobrar disciplina, é fundamental oferecer orientação que inclua metas claras, critérios que vão além da nota mínima, horários realistas e técnicas adequadas. Essa estrutura transforma a experiência acadêmica, permitindo que o estudante evolua de forma consistente. “Não se trata de culpar o jovem, mas de reconhecer que aprender é um processo complexo. Quando há planejamento, direcionamento e suporte, o ciclo de estresse dá lugar a uma rotina mais equilibrada e produtiva”, conclui Victor Cornetta.
A Kaizen, startup fundada em 2020, atua justamente nesse sentido, oferecendo mentorias personalizadas que combinam orientação acadêmica, personalização de estudos e tecnologia. A empresa já atendeu milhares de alunos, promovendo autonomia e desempenho por meio de uma estrutura adequada.
Conteúdo elaborado com dados da assessoria de imprensa.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



