Uso excessivo de redes sociais afeta bem-estar juvenil, alerta nova lei no Brasil

Lei Felca reforça proteção infantil diante dos riscos da exposição precoce nas redes sociais

O Relatório Mundial da Felicidade 2026, divulgado pela Universidade de Oxford, traz dados preocupantes sobre o impacto das redes sociais no bem-estar dos jovens. O estudo revela que quanto mais tempo os jovens passam nas redes, especialmente aquelas focadas em imagem e influencers, menor é o nível de satisfação pessoal. Essa relação direta entre uso excessivo e queda na felicidade reforça a necessidade de atenção especial ao público infantil e adolescente.

No Brasil, essa preocupação ganhou um marco legal com a entrada em vigor da Lei Felca nesta semana. A legislação impõe regras rigorosas para a verificação da idade dos usuários, exige supervisão parental e proíbe a monetização de menores em contextos que promovam a adultização precoce. Essa mudança sinaliza uma nova postura do mercado digital em relação à imagem infantil, buscando proteger o desenvolvimento saudável das crianças.

A psicóloga Camila Canguçu, especialista em desenvolvimento infantil e neurodiversidade, destaca que “quando falamos de menores de idade, estamos falando de cérebros em formação. As redes prejudicam esse sistema e aumentam ansiedade, depressão e o sentimento de inadequação.” Segundo ela, o tempo excessivo online faz com que as crianças deixem de brincar e interagir presencialmente, o que compromete a construção de amizades, a conversa e o repertório social.

Além disso, Camila está disponível para explicar a “biologia da infelicidade” e como o cérebro infantil pode ser mais ou menos vulnerável à exposição nas redes sociais. Ela também aborda os riscos da exposição precoce, as principais alterações comportamentais observadas, como ansiedade e déficit de atenção, e orienta sobre o que as famílias podem fazer para minimizar esses efeitos.

O cenário atual reforça a importância de um olhar atento dos responsáveis e da sociedade para o uso das redes sociais pelas crianças. A Lei Felca representa um avanço na proteção dos menores, mas o acompanhamento e o diálogo familiar continuam essenciais para garantir o equilíbrio entre o uso da tecnologia e o desenvolvimento saudável.

Conteúdo elaborado com dados da assessoria de imprensa.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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