Turismo LGBTQIA+ cresce como estratégia de bem-estar e pertencimento
Brasil destaca-se em destinos inclusivos para grupos e famílias LGBTQIA+ durante o ano todo
O turismo LGBTQIA+ vem se destacando como uma estratégia importante de bem-estar, conexão e pertencimento, ultrapassando a tradicional busca por viagens em datas comemorativas. Segundo levantamento da Booking, o Brasil está entre os destinos mais procurados por esse público, com São Paulo, Florianópolis e Rio de Janeiro figurando entre as dez cidades mais receptivas do mundo.
Marco Lisboa, CEO e fundador da 365 Fun Fest, rede de franquias de viagens voltada para o público LGBTQIA+, destaca que o comportamento dos viajantes mudou: “A viagem deixou de ser apenas lazer e passou a ser uma experiência. Para esse público, estar em um ambiente seguro, acolhedor e livre de julgamentos impacta diretamente na sensação de pertencimento e na qualidade da viagem”.
A procura por viagens em grupo, especialmente entre famílias formadas por casais homoafetivos com filhos e grupos de diferentes idades, tem aumentado. Lisboa ressalta que “esse público deseja viver experiências onde não precisem se explicar o tempo todo e buscam destinos, passeios e acomodações que já estejam preparados para receber essa diversidade com naturalidade”.
Outro aspecto importante é a descentralização dos destinos turísticos. O interesse não está mais restrito a grandes eventos ou cidades tradicionalmente reconhecidas pelo turismo LGBTQIA+. Agora, cresce a busca por experiências culturais, ecoturismo e roteiros internacionais fora do circuito óbvio. “O público quer mais do que festa. Quer conexão, segurança e vivências autênticas para diferentes perfis. Nosso papel é mapear programações que atendam essas expectativas, mapear fornecedores e parceiros que compartilhem do mesmo compromisso com inclusão e respeito, independentemente da época do ano”, explica Lisboa.
O modelo de franquias da 365 Fun Fest acompanha essa expansão, apostando em franqueados que entendam as particularidades desse público e possam oferecer uma curadoria especializada. “Não se trata apenas de vender pacotes, mas de entender histórias e contextos. O turismo LGBTQIA+ exige sensibilidade, preparo e responsabilidade. Quando bem estruturado, ele gera impacto econômico relevante e fortalece cadeias produtivas comprometidas com diversidade”, afirma o CEO.
Com essa consolidação, o turismo inclusivo deixa de ser um segmento sazonal e passa a ser uma estratégia permanente de mercado, promovendo experiências turísticas focadas em inclusão e respeito durante todo o ano.
Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



