Eileen Gu destaca o poder do controle dos pensamentos e autoamor
Medalhista olímpica inspira reflexão sobre identidade e saúde emocional
A medalhista olímpica Eileen Gu, de 22 anos, chamou atenção recentemente com uma declaração que ultrapassa o universo esportivo. Em entrevista, ela afirmou: “Você pode controlar o que pensa. Pode controlar como pensa, logo controlar quem você é. (…) Com a neuroplasticidade a meu favor, posso me tornar exatamente quem eu quero ser. (…) Posso me tornar a cada dia o tipo de pessoa que eu veneraria quando tinha 8 anos”.
Essa fala viralizou rapidamente e abriu espaço para uma discussão mais ampla sobre mentalidade, identidade e autoimagem. A especialista em autodesenvolvimento e autoamor, Renata Fornari, destaca a maturidade presente na declaração. Segundo ela, “quando ela diz que você pode controlar o que pensa e, portanto, quem você é, ela demonstra estar consciente de que ela molda a própria autoimagem”.
Renata explica que a neuroplasticidade confirma a capacidade do cérebro de ser treinado, assim como qualquer outra habilidade. No entanto, ela ressalta que esse processo deve ser acompanhado por consciência emocional. Ajustar pensamentos não deve ser uma meta de alta performance ou motivo de cobrança interna, mas sim um movimento consistente de alinhamento com a essência da pessoa.
Um trecho que chamou atenção foi quando Eileen Gu mencionou o desejo de se tornar a pessoa que sua versão de 8 anos admiraria. Para Renata, isso revela a capacidade de criar uma autoimagem compatível com aquilo que a pessoa já sentia em sua essência desde a infância, “e, hoje em dia, continua se permitindo libertar essa essência”.
Porém, mudar pensamentos nem sempre é simples. Renata observa que muitas mulheres trabalham pensamentos positivos, mas permanecem presas a padrões antigos devido a “armaduras emocionais” formadas na infância. Ela cita exemplos como o medo de brilhar, a insegurança para relaxar, ou a crença de que depender machuca. Enquanto essas crenças não forem reconhecidas, o emocional pode impedir o avanço mental.
O diferencial apontado na atleta está na forma como ela encara a própria mente: com curiosidade e intenção de evolução, sem autocrítica. “Ela investiga os próprios pensamentos para crescer. Isso é consciência e o crescimento vem exatamente desse lugar, em não se atacar, mas se observar com responsabilidade”, explica Renata.
A especialista reforça que treinar o cérebro é possível, mas precisa estar sustentado por autoamor. Pensamentos influenciam resultados, mas é a relação que a pessoa constrói consigo mesma que dá estabilidade à identidade em formação.
A fala de Eileen Gu vai além do esporte e traz um ponto central para a nova geração: a possibilidade de desenvolver a mente sem perder a conexão com a própria essência, construindo uma versão de si que faça sentido internamente e não apenas externamente.
Conteúdo elaborado com dados da assessoria de imprensa.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



