Como o excesso de redes sociais prejudica nossa regulação emocional em 2026

Especialista do CPAH alerta que hiperconexão reduz capacidade de sentir, interpretar e organizar emoções

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O uso massivo de redes sociais está remodelando a forma como percebemos e regulamos emoções, afirma a auditora e pesquisadora do CPAH, Flávia Ceccato, em comunicado de imprensa. Segundo o material da assessoria, a exposição contínua a estímulos rápidos — como comparações sociais, notícias negativas e recompensas instantâneas — compromete a capacidade de lidar com frustrações e inquietações do dia a dia.

O Brasil figura como o segundo país que mais passa tempo exposto a telas, com cerca de 56,6% das horas acordadas usando computador ou celular, aponta levantamento da Electronics Hub de 2023 citado pela assessoria. Para Ceccato, isso representa “muita informação para um cérebro só”: “Cada vez mais nós estamos constantemente reagindo ao que vemos nas redes sociais em conteúdos cada vez mais rápidos e sem tempo para elaborar e de forma cada vez mais frequente e intensa”.

Nesse cenário de hiperconexão, a própria elaboração emocional é prejudicada. “Isso reduz bastante a capacidade de sentir, interpretar e organizar nossas próprias emoções, que tem vários efeitos negativos no nosso dia a dia”, alerta a pesquisadora. Entre as consequências identificadas no comunicado estão aumento de ansiedade, irritabilidade, impulsividade e confusão emocional.

A busca por validação externa — curtidas, comentários e comparações — tende a deslocar o foco do autoconhecimento para métricas imediatas. Flávia lembra que habilidades como presença e propósito podem ser resgatadas por meio do que ela chama de inteligência existencial, conceito explorado em seu livro Descobrindo a Inteligência Existencial. “A inteligência existencial nos ajuda muito a resgatar esse senso de propósito e presença, mas estamos perdendo essa habilidade quando vivemos apenas no imediato e isso é bastante perigoso”, afirma no release.

Práticas simples podem mitigar esses efeitos sem demonizar a tecnologia: estabelecer limites de uso, criar janelas sem notificações e reservar momentos para reflexão ajudam a reduzir a sobrecarga emocional. O comunicado de imprensa destaca a urgência de políticas individuais e coletivas que promovam saúde mental na era digital e a necessidade de reconexão consigo mesmo.

Este conteúdo foi produzido com dados da assessoria de imprensa e com base nas declarações de Flávia Ceccato divulgadas pelo CPAH. O alerta reacende discussões sobre a relação entre comportamento digital e bem-estar emocional, apontando que entender nossas emoções volta a ser uma habilidade central para enfrentar os desafios contemporâneos.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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