Clubes de livro nas multinacionais: 5 motivos para apostar em 2026
Como grupos de leitura estão sendo usados por empresas para fortalecer cultura, aprendizado e bem-estar
O:
Conteúdo feito com dados da assessoria de imprensa.
No ambiente corporativo atual, clubes de livro deixaram de ser apenas atividades sociais e passaram a integrar estratégias de gestão de pessoas em multinacionais. A prática tem sido adotada para fortalecer cultura interna, promover aprendizado coletivo e contribuir para o bem-estar e senso de pertencimento entre colaboradores.
1. Cultura e comportamentos organizacionais
Empresas usam grupos de leitura para estimular comportamentos considerados essenciais. Na farmacêutica Lundbeck, por exemplo, o Clube do Livro CAR — sigla para Curiosidade, Adaptabilidade e Responsabilidade — nasceu como parte da Jornada de Cultura da companhia. O símbolo do programa, um carrinho, representa a caminhada conjunta de desenvolvimento entre colaboradores.
2. Espaço seguro para diálogo e reflexão
A proposta vai além do incentivo à leitura: trata-se de criar espaços seguros de conversa e construção coletiva de conhecimento. Temas como empatia, liderança, inteligência emocional, diversidade e inovação são levados às discussões de forma leve, porém profunda, aproximando profissionais de diferentes áreas e níveis hierárquicos.
3. Desenvolvimento humano e aprendizado
Os encontros periódicos permitem debater obras que abordam tanto questões comportamentais quanto dilemas contemporâneos do mundo do trabalho. Essa dinâmica ajuda a ampliar o olhar crítico e empático dos participantes, ao mesmo tempo em que fomenta a curiosidade e a troca de perspectivas entre pares.
4. Impacto no engajamento e bem-estar
Líderes relatam melhora no engajamento e no fortalecimento dos laços entre equipes após a implementação desses grupos. Especialistas em comportamento organizacional observam que clubes de leitura contribuem para ambientes mais saudáveis, promovendo senso de pertencimento e até prevenção de problemas relacionados à saúde mental. Em tempos de hiperconexão e excesso de informações, parar para ler e dialogar tornou-se um ato transformador.
5. Cultura viva, não imposta
A ideia central, conforme expressa pela direção da Lundbeck, é que a cultura precisa ser praticada: “Cultura não se decreta, se vive. O clube do livro foi criado para que nossos colaboradores tenham um espaço de escuta, reflexão e diálogo, onde cada página lida se transforma em troca verdadeira. Não buscamos respostas, mas boas perguntas, é isso que alimenta a curiosidade e a evolução coletiva,” afirma Alba Eiras, diretora de Pessoas & Comunicação da empresa.
Como começar
Para empresas que desejam implantar clubes de leitura, a recomendação é criar formatos flexíveis, com encontros regulares e temas alinhados aos valores e desafios organizacionais. O foco em conversas abertas e na experiência coletiva, mais do que em soluções prontas, é o que tem mostrado eficácia na prática.
Conclusão
Clubes de livro nas multinacionais funcionam como ferramenta estratégica para integrar cultura, aprendizado e bem-estar, oferecendo um espaço estruturado para reflexão e construção de vínculos internos.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



