Como a musculação pode ajudar a controlar a ansiedade no fim do ano
Manter a rotina de treinos em dezembro é essencial para reduzir o estresse e melhorar o bem-estar emocional
Dezembro é um mês marcado por festas, confraternizações e celebrações, mas também pode trazer à tona sentimentos negativos como ansiedade e nervosismo. Segundo pesquisa da International Stress Management Association (ISMA-BR), 72% dos brasileiros relatam aumento do estresse devido à agitação típica desse período, fenômeno popularmente chamado de “dezembrite”. Para enfrentar esses sintomas, a musculação surge como uma aliada poderosa para o equilíbrio emocional.
A psicóloga e nutricionista Gilvânia Araújo explica que a ansiedade no fim do ano está relacionada à soma da autocobrança e ao balanço pessoal que a virada do ano provoca. “Dezembro marca um ciclo que se encerra e outro que começa, o que naturalmente nos leva a revisitar metas não cumpridas e expectativas acumuladas”, comenta. Esse processo pode desencadear gatilhos de ansiedade, tristeza e até apatia. Além disso, o excesso de comida nas festas, especialmente doces, pode aumentar a culpa e a tensão, já que o açúcar está ligado a episódios de compulsão alimentar.
Para minimizar esses efeitos, manter uma rotina de exercícios, mesmo que mais flexível, é fundamental. A musculação, em particular, estimula a produção de neurotransmissores como a dopamina, que promovem prazer, motivação e sensação de bem-estar. “O importante é encontrar um ritmo possível, sem transformar o treino em obrigação. Ser gentil consigo mesmo é parte do processo”, orienta Gilvânia.
O treinador Lucas Florêncio, da Smart Fit, reforça que, em períodos de maior estresse, a musculação deve focar na qualidade, controle e consciência corporal. Ele recomenda priorizar a conexão entre mente e músculo, ajustar a intensidade e o volume dos exercícios, além de incluir movimentos de mobilidade e flexibilidade. “Evitar a exaustão extrema é crucial para não sobrecarregar o sistema nervoso central e não aumentar ainda mais o cortisol”, explica.
Diferente da rotina focada em hipertrofia, que utiliza cargas altas e treinos até a falha, a musculação para o bem-estar mental deve usar cargas moderadas, trabalhar longe da falha e respeitar intervalos de recuperação entre 90 e 120 segundos. A consistência é essencial: estudos indicam que de 3 a 5 sessões semanais, com duração entre 30 e 60 minutos, são suficientes para gerar benefícios psicológicos reais e duradouros.
Mesmo diante do cansaço e da ansiedade típicos do fim do ano, manter-se ativo ajuda o corpo e a mente a atravessarem esse período com mais equilíbrio e qualidade de vida. Essa orientação, baseada em dados da assessoria de imprensa da Smart Fit, reforça a importância de cuidar da saúde mental por meio da prática consciente da musculação.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



