Escolas não são só para notas: famílias valorizam ensino integral e habilidades socioemocionais

Pais buscam instituições que promovam desenvolvimento humano, social e emocional, além do desempenho acadêmico

A busca por uma educação que vá além da excelência acadêmica tem se tornado prioridade para muitas famílias brasileiras. Dados recentes, compartilhados por assessoria de imprensa, mostram que pais e responsáveis estão cada vez mais atentos à formação integral dos filhos, valorizando o desenvolvimento humano, social e emocional.

Segundo um estudo realizado em 2023 pelo Instituto Livre Pra Escolher, em parceria com a consultoria IDados, independentemente da condição socioeconômica, as famílias priorizam habilidades socioemocionais como empatia, cooperação, respeito e a capacidade de conviver com pessoas de diferentes origens, raças e religiões. Essa tendência reflete uma mudança significativa na forma como a educação é encarada: não apenas como preparação para provas e vestibulares, mas como base para a vida em sociedade.

Marcos Piza, membro do conselho gestor do Colégio Lumen Verbi, destaca que “as famílias entendem cada vez mais que a escola deve preparar o aluno não apenas para o vestibular, mas para a vida em sociedade”. Para atender a essa demanda, o ensino integral tem ganhado destaque no Brasil. Diferente do contraturno, que oferece atividades extracurriculares, o ensino integral organiza a rotina escolar de forma integrada, promovendo o aprendizado técnico e experiências que estimulam autonomia, convivência e senso crítico.

O Censo Escolar 2024 revelou que as matrículas em tempo integral na rede pública cresceram de 18,2% em 2022 para 22,9% em 2024, o que representa mais de 965 mil estudantes inseridos nesse modelo. Esse crescimento reforça a percepção das famílias de que o ensino integral é um investimento no desenvolvimento completo dos alunos.

Andrea Moraes e Roberta Pereira, diretoras pedagógicas do Lumen Verbi, explicam que “a aprendizagem não é apenas absorver conteúdos, mas viver experiências que façam sentido. O ensino integral favorece justamente a criação de um ambiente onde o aluno exercita pensamento crítico, colaboração em equipe e resolução de problemas reais”.

Além disso, o estudo aponta que tanto pais de nível socioeconômico baixo quanto alto valorizam que a escola contribua para a formação de caráter, ética e moral, além de trabalhar habilidades como pontualidade, organização e responsabilidade. No ensino integral, os alunos têm momentos de estudo dirigidos por professores, o que elimina a necessidade de lição de casa e permite que crianças e adolescentes aproveitem melhor o tempo com a família e em atividades de lazer.

Entre os benefícios apontados pelos educadores estão o desenvolvimento do pensamento crítico, a colaboração em equipe, a resolução de problemas práticos, o equilíbrio entre vida escolar e familiar e a formação ética e cidadã. Para Marcos Piza, “o que pesa cada vez mais é a certeza de que seus filhos estão sendo preparados para a vida com equilíbrio, consciência social e, sobretudo, felicidade”.

Essa nova visão sobre educação reforça a importância de escolher escolas que ofereçam uma formação integral, preparando as crianças não só para os desafios acadêmicos, mas para uma vida plena e consciente em sociedade.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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