Enem 2025: Como superar a exaustão emocional e manter o foco nos estudos
Entenda os sinais do burnout estudantil e saiba como cuidar da saúde mental antes da prova
Com a segunda etapa do Enem marcada para 16 de novembro, milhões de estudantes intensificam sua rotina de estudos, o que pode levar ao burnout estudantil — um esgotamento emocional que compromete o desempenho e o bem-estar. Segundo dados da assessoria de imprensa do UniCuritiba, o Enem 2025 conta com mais de 4,8 milhões de inscritos, um aumento de 11,2% em relação ao ano anterior, o que eleva também o risco de exaustão mental e ansiedade entre os candidatos.
O burnout estudantil se caracteriza por três pilares principais: exaustão emocional, desmotivação e queda no rendimento acadêmico. Fatores como longas horas de estudo, sono irregular, alimentação inadequada e a pressão por um bom desempenho criam um cenário propício para esse quadro. A psicóloga Fernanda Pacheco, professora do curso de Psicologia do UniCuritiba, alerta para sinais importantes: “Mudanças comportamentais relacionadas à alimentação, prática de esportes, desânimo com os estudos, alterações no sono, sensação de cansaço e eventual abuso de substâncias”.
Além disso, a autocobrança e a sensação de incapacidade podem desencadear irritabilidade, nervosismo, solidão e até psicopatologias como ansiedade e depressão. Para evitar esses efeitos, a especialista recomenda uma rotina equilibrada, que inclua lazer, exercícios físicos e sono de qualidade. “Estudar por muitas horas seguidas não está diretamente relacionado ao bom desempenho”, destaca.
Com o calendário apertado, a dica é priorizar revisões e simulados curtos em vez de maratonas de conteúdo. Nos dias que antecedem o exame, reduzir o tempo de estudo e focar em conteúdos selecionados é fundamental. Atividades de lazer e hobbies, como práticas manuais ou música, e técnicas de mindfulness podem ajudar a controlar a ansiedade.
Outro ponto importante é o uso consciente das telas. “As notificações constantes fragmentam a concentração e aumentam o nível de ansiedade. Silenciar o celular ou colocá-lo em modo avião durante o estudo, limitar o uso das redes sociais e evitar seu uso antes de dormir são medidas importantes para prevenir a fadiga digital”, explica Fernanda.
A psicóloga também ressalta a importância de uma rede de apoio emocional, formada por familiares e amigos, que deve compreender as dificuldades do estudante e evitar comparações, acolhendo seus sentimentos.
Por fim, é essencial estar atento a sinais de alerta como insônia persistente, crises de choro, dores físicas, irritabilidade e comportamentos autolesivos. Nesses casos, buscar ajuda profissional é fundamental para preservar a saúde mental.
Este conteúdo foi elaborado com base em informações da assessoria de imprensa do UniCuritiba, reforçando a importância do cuidado emocional para quem enfrenta a maratona do Enem.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



