A figura da mãe empreendedora é uma realidade no Brasil

As mulheres começam a empreender movidas, em grande parte, pelo desejo e necessidade de ter horas mais flexíveis e controle sobre a sua própria rotina a fim de que possam conciliar o trabalho com a vida pessoal e familiar.  Ao encarar a maternidade, o empreendedorismo aparece como uma saída à independência e para a geração de renda extra.

Uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas de 2021, mostra que 50% das mulheres perdem o emprego em um período de dois anos depois de se tornarem mães. O mercado de franquias é uma opção que vem crescendo por transformar a vida das mulheres, sendo uma alternativa importante para quem deseja trabalhar sem sair de casa e administrar a rotina materna. Pesquisa feita pela Rede Mulher Empreendedora (RME) mostra que 68% das mulheres empreendedoras do país começaram a empreender justamente depois de terem filhos.

Empreender demanda organização de agenda, compromisso, finanças, planejamento e execução de um plano de negócios, entre muitas outras coisas. No entanto, isso também se aplica na rotina da família e, principalmente, na criação dos filhos. “Uma criança precisa de rotina, de organização, de planejamento, para ter horas certas de comer, passear, brincar, desacelerar e dormir”, completa a mãe de dois filhos e também empreendedora e gestora de marketing na rede de franquias Frida Underwear, Aline Wolff.

Nesse sentido, o empreendedorismo tem se mostrado uma ferramenta de transformação profissional, econômica, social e pessoal na vida de muitas mulheres. Podemos dizer que ele aparece como a opção para o desafio de desenvolver uma carreira profissional bem-sucedida sem voltar as costas para o ambiente doméstico. A dica é se organizar, fazer uma lista com as suas tarefas, selecionar suas prioridades e, assim, poder executar tudo com sucesso. Além disso, é importante também ter um tempo livre para cuidar de si mesma e dividir as demandas da casa, para evitar a sobrecarga.

 Conciliar profissional e pessoal

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Sílvia de Freitas Carvalho Silva é casada e mãe do Mateus, 8 anos, da Maria Clara, de 3 anos, e madrasta do Rafael, de 9 anos. Está trabalhando com a franquia desde junho de 2021. “Minha carreira foi toda como programadora de produção”. Ela contou que perdeu o emprego em julho de 2020, como era período de pandemia acabou ficando um tempo em casa para cuidar dos filhos.

Foi no início do ano passado que resolveu investir em um negócio, desde que pudesse conciliar vida profissional e pessoal. Pensou em franquia e começou a pesquisar. “Foi quando conheci a Frida Underwear, vi o potencial de crescimento, me interessei muito e resolvi arriscar para ter meu trabalho e tempo para ficar com as crianças.”

Sílvia falou que hoje se sente realizada. “Eu sempre trabalhei e fui independente. Hoje, graças a Frida Underwear, voltei ao mercado de trabalho, tenho meu dinheiro, ajudo no orçamento doméstico e ainda faço uma reserva para investir ainda mais. Minhas expectativas são as melhores possíveis, tenho certeza que farei a marca Frida Underwear alcançar várias pessoas que irão se apaixonar tanto quanto eu”.

“A Frida tem tudo que uma mulher gosta, produto de qualidade, peças lindas e com preço justo. O melhor, a marca reforça que a mulher tem que ser livre para fazer suas escolhas, ficar confortável e maravilhosa dentro da sua lingerie, sem se importar com os padrões estéticos. Espero futuramente poder expandir e quem sabe ter uma loja física”, conclui.

 Em busca da independência com a ajuda da família

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Liz Klock, tem 42 anos, mora em Alvorada (RS) ,  é formada em administração, com ênfase em Gestão de TI. Tem uma filha de 22 anos, um menino de 14 e 2 enteadas de 21 anos. Atualmente divide o tempo entre o trabalho numa empresa de móveis sob medida, a franquia e os afazeres de casa. Liz explica que organiza as tarefas domésticas em planilhas. “Tudo é dividido com meu marido e meu filho, cada um tem sua responsabilidade para ninguém ficar sobrecarregado”.

A busca pela independência financeira foi o que atraiu a Liz para a Frida Underwear. “Optei pela modalidade home office, pois posso trabalhar no meu tempo livre. Separo as peças para as clientes e levo até elas, que desta forma podem escolher com calma. E no período noturno que organizo as entregas e a divulgação. Sempre com ajuda dos meus filhos e do meu marido. Facilita muito o fato de a Frida fornecer material de divulgação pronto. Com a ajuda da família faço as filmagens e postagens. Todo mundo tem que ajudar”.

 A empreendedora explicou que desde 2019 pesquisa um negócio que se encaixasse em suas condições financeiras, com investimento baixo e retorno rápido. “Em uma das minhas pesquisas encontrei uma matéria numa revista especializada, logo de cara vi que a Frida Underwear era o meu negócio.

Me aprofundei nos detalhes e me apaixonei pela Frida. Não sei citar quais foram as dificuldades em cada fase, só sei que já estou colhendo os benefícios, o empoderamento chega antes da independência financeira”. 

Liz falou que o mercado de vestuário íntimo está aquecido. “Não tem jeito, você precisa comprar e busca peças boas e com bons preços.  A minha expectativa de bons resultados é alta. Sou uma pessoa inquieta, com raciocínio rápido. Sonho alto com os pés no chão, e independe dos obstáculos que encontrar no caminho, acredito que sempre tem uma opção, se não tiver, a gente cria uma alternativa, não dá pra ficar parada”.

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