Perda de colágeno começa a dar sinais aos 25 anos

Envelhecer é uma certeza da vida, mas que, esteticamente, quase ninguém quer! Sabemos ainda, que a perda de colágeno faz parte desse processo natural de envelhecimento e, ao contrário do que muitos imaginam, essa perda não inicia após os 40 anos, mas em torno dos 25 anos. A grande verdade é que a partir dos 25, é como se a gente perdesse 1% de colágeno ao ano.

 Não tem como negar ainda que fatores como: hormônios, alimentação, sol, vento, cigarro, e falta de hidratação podem causar manchas, sinais e as temidas rugas. É claro que elas vão chegar, mas, se pudermos adiá-las sem perder nossa identidade, muito melhor. Sabemos ainda que a pele se renova de tempos em tempos e com o passar da idade, esse ciclo ganha intervalos maiores e as células sofrem por mais exposição aos fatores externos, como o sol, vento, calor e o próprio envelhecimento natural.

 O colágeno é uma proteína que é naturalmente produzido pelo organismo e essencial para manter a firmeza e a elasticidade da pele, mas como com o tempo ele diminui, o ideal é buscar essa reposição. É com essa redução que a pele começa a ganhar o aspecto “cansado” ou envelhecido. Buscar a saúde de dentro para fora é esse o principal objetivo para quem quer “ser jovem” ou apenas um retorno estético.

 Cada vez mais homens e mulheres buscam esses cuidados para se manterem jovens e saudáveis por mais tempo. Estar satisfeito com a aparência cada vez mais está ligado à saúde. “Sabemos que a beleza vem de dentro e, por isso mesmo, temos que nos preocupar com o que somos, mas sem esquecer que há tecnologia a nosso favor quando necessário”, explica Patrícia Giacomelli, cirurgiã dentista especializada em harmonização facial com mais de 15 anos de experiência (CRO PR 30042).

 A boa notícia é que no mercado existem profissionais especializados em cuidar e repor este colágeno e o que mais for necessário para manter a pele jovem por mais tempo. Exemplo em Curitiba, é a Dra. Patrícia Giacomelli, que há 15 anos tem esse cuidado com seus pacientes. Procedimentos com ácido hialurônico, bioestimuladores de colágeno, peelings e outras tecnologias associadas com o profissional capacitado, fazem a diferença quando o assunto é reposição. “Apenas um profissional capacitado saberá o que é essencial para cada pessoa e em cada momento da vida, afinal temos necessidades e tempos diferentes. A estrutura corporal, a pele, os músculos, a gordura e os ossos sofrem inúmeras alterações durante os anos. No entanto, é a pele um dos órgãos que desde a infância recebe mais influências internas e externas e, por isso, devemos nos preocupar o quanto antes em cuidar dela”, explica.

 Justamente por isso, que os procedimentos menos invasivos, com bioestimuladores de colágeno, cada vez mais ganham adeptos, uma vez que são tratamentos que estimulam os níveis do que já foi perdido. “Os bioestimuladores não prejudicam o organismo, pois são absorvidos ao longo do tempo e tem como principal benefício combater a flacidez e deixar a pele mais firme”, finaliza.

 Entre os tratamentos mais procurados estão preenchimento (1º), toxina botulínica (2º), peeling (3º), laser (4º) e suspensão com fios (5º). “O tipo de procedimento indicado (cirúrgico ou não cirúrgico) irá depender de cada fase e da necessidade de cada paciente. Por exemplo, maiores graus de envelhecimento, demandam cirurgia. Por outro lado, casos mais leves, sem um grau de envelhecimento estabelecido, podem ser resolvidos com procedimentos mais simples e menos invasivos”, ressalta Patrícia Giacomelli. Importante ainda dizer ainda que a pele é o maior órgão do corpo e, por isso mesmo, merece nossa atenção. Cuidar desse órgão tão importante, não é apenas uma questão de estética e sim, de saúde.

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