Me desculpa?

Leia ouvindo: Marisa Monte – Não é fácil

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Esses dias quando abri uma caixinha de perguntas lá no Instagram vieram diversas questões interessantes para discutir aqui. Responderei todas! Escolhi especialmente uma delas para hoje, pois uma colega mandou uma contribuição de categoria magnífica (sigam a @moniqueserighelli no Instagram e acompanhem os stories).

Disse ela, em texto enviado para mim, sobre esse caso: “Erramos com as pessoas que mais amamos. Passamos dos limites, nos atrasamos, falamos o que não devia. Não é a consciência avulsa da nossa natureza errante que nos define maduros. É a responsabilidade e disposição em reconhecer o dano causado e mostrar-se disponível para consertá-lo, caso seja possível. Reconhecer nossas falhas não é uma tarefa fácil”. Não é demais?

E é aí que entra um interesse em comum que temos, como ferramenta para auxiliar nisso tudo: a escrita. Ela pode ajudar a elaborar o que ocorreu e a montar um mapa mental assertivo. Como? Comece descrevendo a situação, fale de como se sente em relação a ela e, por fim, o que gostaria de (ainda) esclarecer. Assuma a parte que te cabe. Responsabilize-se e comprometa-se. Consigo mesmo, em primeiro lugar. Depois, com a pessoa envolvida no conflito.

Se achar que é o caso de procurar o outro, faça. Lembre que você deve estar confortável em fazer o que acha que deve ser feito, independente do resultado da sua ação. Afinal, a decisão depende também da outra pessoa – e é preciso respeitar. Qual é a parte que te cabe? E que vai te deixar mais tranquila?

A Monique ainda disse: “Desculpar-se sinceramente não é sinônimo de fraqueza. É um ato de responsabilidade, é um passo em direção aos seus valores”. Eu assino embaixo. Quer dizer, embaixo não, assino junto.

– Lá no meu direct (@yaskarapsi) recebo dúvidas, questionamentos e também histórias que queiram compartilhar… Elas são respondidas aqui, em forma de texto, sem identificação (e com uma música especial). Vamos pensar sobre o que estamos vivendo? Até semana que vem!

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