CFM regulamenta ozonioterapia e amplia opções para tratar dores e feridas crônicas

Nova resolução oficializa o uso da ozonioterapia na medicina brasileira, garantindo segurança e protocolos claros

Nesta quinta-feira, 28 de agosto de 2025, a medicina brasileira celebra um marco importante com a regulamentação oficial da ozonioterapia pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). A publicação da Resolução nº 2.445/2025 estabelece critérios claros para o uso dessa terapia, que há anos vinha sendo aplicada de forma complementar por médicos em todo o país.

A regulamentação oficializa a prática da ozonioterapia em situações específicas, como tratamento de dores crônicas e feridas de difícil cicatrização, trazendo respaldo científico e ético para os profissionais da saúde. A medida regulamenta a Lei 14.648/2023, sancionada em agosto de 2023, que já autorizava a ozonioterapia, mas ainda carecia de diretrizes clínicas detalhadas.

Entre as indicações autorizadas estão: úlceras venosas crônicas, úlceras arteriais isquêmicas, feridas infecciosas agudas, úlceras do pé diabético, osteoartrite de joelho e dor lombar associada à hérnia de disco. Para cada condição, o CFM define protocolos rigorosos, como diagnóstico médico prévio, ambiente adequado para aplicação, uso de métodos cientificamente reconhecidos — incluindo bolsas plásticas, óleos ozonizados e aplicações intra-articulares e intradiscais —, além do registro obrigatório em prontuário e utilização de equipamentos certificados pela Anvisa.

Segundo o Dr. Bruno Landim, presidente do Instituto Brasileiro de Terapia Neural, a resolução representa um divisor de águas para a medicina integrativa no Brasil: “É um momento histórico. A partir de agora, temos respaldo oficial para aplicar a ozonioterapia dentro de protocolos reconhecidos e seguros, trazendo benefícios reais para pacientes que convivem com dores crônicas ou feridas de difícil cicatrização.”

Ele ressalta que a regulamentação não apenas legitima o trabalho dos médicos pioneiros, mas também incentiva novas pesquisas clínicas. “A regulamentação do CFM garante que a prática seja exercida com responsabilidade, protegendo o paciente e fortalecendo a medicina baseada em evidências. Mais do que uma autorização, é um convite para que a ciência continue avançando.”

Para os pacientes, a oficialização da ozonioterapia significa mais segurança e clareza sobre as condições em que o tratamento pode ser utilizado, ampliando as opções para quem sofre com problemas que muitas vezes resistem às terapias convencionais. “Pacientes que antes não tinham perspectivas de melhora em feridas crônicas, por exemplo, passam a contar com uma alternativa respaldada pela medicina. É a união entre inovação e cuidado humano”, conclui o especialista.

Com essa resolução, o Brasil se junta a outros países que já regulamentaram o uso médico da ozonioterapia, consolidando uma prática inovadora, segura e focada na melhoria da qualidade de vida dos pacientes. A ozonioterapia deixa de ser uma promessa e se torna uma realidade médica autorizada, capaz de transformar a vida de milhares de pessoas.

Conteúdo elaborado com dados da assessoria de imprensa.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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