Natura inaugura agroindústria no Amazonas e impulsiona protagonismo feminino e indígena

Parceria com ASSOAB fortalece bioeconomia local, aumenta renda de famílias e promove sustentabilidade na Amazônia

A Natura dá um importante passo rumo à sustentabilidade e à valorização das comunidades locais com a inauguração de uma nova agroindústria em Beruri, no Amazonas. Em parceria com a Associação dos Produtores e Beneficiadores Agroextrativistas de Beruri (ASSOAB), o projeto fortalece a bioeconomia regional, o protagonismo feminino e indígena, além de ampliar a renda de mais de 190 famílias em até 60%.

Desde 2018, a Natura mantém uma relação de cooperação exclusiva com a ASSOAB para o fornecimento da castanha da Amazônia, que até então era comercializada apenas em amêndoas. Com a nova agroindústria, a associação passa a processar o óleo e derivados da castanha, agregando maior valor à cadeia produtiva. Além disso, a estrutura permitirá a ampliação da cesta de insumos, incluindo espécies como murumuru, cupuaçu e tucumã, diversificando a renda da comunidade e aumentando a resiliência frente a desafios climáticos.

Segundo Sandra Amud, presidente da ASSOAB, “Somos uma associação de extrema importância econômica para a cidade e geramos renda para mais de 190 famílias, sendo que mais da metade estão em quatro Terras Indígenas nos municípios de Beruri, Lábrea e Tapauá. Essa parceria nos dá a certeza de que estamos no caminho certo para o desenvolvimento socioambiental da região.” A associação, fundada em 1994 e liderada atualmente por mulheres, inclui 65 pessoas diretamente no beneficiamento da castanha e impacta mais de 730 pessoas na região.

A agroindústria, inaugurada em 27 de agosto, começará a operar na próxima safra da castanha, prevista para o primeiro trimestre de 2026. Com capacidade para beneficiar até 100 toneladas de matéria-prima por ano, o empreendimento integra soluções de circularidade e eficiência energética, utilizando resíduos da casca da castanha para alimentar a caldeira e aproveitando a captação de água da chuva. Essa abordagem sustentável está alinhada aos compromissos climáticos do Brasil e serve como modelo para discussões internacionais, como a COP30.

Mauro Costa, gerente sênior da Natura, destaca que “Esse novo empreendimento é parte de um investimento estratégico que garante a qualidade e a rastreabilidade dos bioativos da Amazônia, essenciais para os produtos da Natura.” Já Angela Pinhati, diretora de sustentabilidade da empresa, reforça o compromisso da Natura de ser uma companhia 100% regenerativa até 2050, gerando impacto positivo para pessoas, planeta e negócios.

O projeto é resultado do Mecanismo de Financiamento Amazônia Viva, uma parceria entre Natura, VERT Securitizadora e FUNBIO, que já mobilizou mais de R$ 26 milhões em crédito e investimentos estruturantes para fortalecer a economia local e conservar a floresta amazônica. Com 25 anos de atuação na região pan-amazônica, a Natura mantém relações com 45 comunidades e mais de 10 mil famílias, preservando 2,2 milhões de hectares da floresta.

Essa iniciativa reafirma o papel da Natura como referência em sustentabilidade, inclusão social e valorização da biodiversidade, promovendo o desenvolvimento socioeconômico das comunidades extrativistas e garantindo um futuro mais justo e equilibrado para a Amazônia.

Conteúdo produzido com dados da assessoria de imprensa da Natura.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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