Fibra, molde F1 ou tips: o que muda no alongamento de unhas
Técnicas diferem na construção da extensão e no tipo de gel; a escolha deve considerar a unha natural e a execução profissional.
Fibra de vidro, molde F1 e tips são técnicas de alongamento de unhas que podem ter aparência semelhante, mas diferem na forma de construir a extensão, nos produtos usados e na adaptação à unha natural. Segundo Marina Groke, diretora da Unhas Cariocas, a escolha deve considerar o tipo de unha, a rotina da cliente e a habilidade da profissional que fará o procedimento.
De acordo com Groke, a viscosidade do gel influencia a aplicação. Géis mais fluidos se espalham com facilidade e podem ser empregados em fibra, blindagens e alongamentos. Os mais firmes dão maior controle quando é necessário evitar que o produto escorra, enquanto os autonivelantes se distribuem sobre a unha e podem reduzir correções e lixamento.
Como é feito o alongamento com fibra de vidro
Na técnica de fibra de vidro, filamentos são posicionados sobre a unha natural e recebem camadas de gel, que formam o comprimento e a estrutura da extensão. Esse processo permite adaptar formatos e comprimentos.
Segundo a diretora, géis de média viscosidade e autonivelantes podem ser usados nessa construção por ajudarem a distribuir o produto. “O autonivelamento pode facilitar o processo, mas não substitui conhecimento técnico”, afirma Marina Groke.
Molde F1 usa extensão pré-desenhada
No molde F1, o produto é colocado previamente dentro de um molde que reproduz a extensão desejada. Em seguida, o molde é posicionado sobre a unha e levado à cabine para cura. Nessa técnica, a fonte informa que géis mais consistentes, com menor tendência a escorrer, ajudam a manter o desenho planejado.
Tips exigem ajuste à unha natural
Nas tips, a extensão pré-formatada é fixada à unha natural e precisa ser adaptada, nivelada e integrada à construção com gel. Para a técnica, tamanho, encaixe e posicionamento devem corresponder ao formato da unha.
A preparação também envolve higienização, desidratação, aderência e aplicação adequada dos produtos. “Uma extensão mal dimensionada ou posicionada pode comprometer a estrutura”, explica Groke.


