Como iluminar pedras naturais e valorizar veios
Espessura, acabamento, translucidez, paginação e temperatura da luz devem ser definidos desde o início do projeto.
A iluminação pode valorizar os veios, as cores e as texturas das pedras naturais, especialmente em aplicações que exploram a passagem de luz pelo material. Segundo a Maqstone, a definição da pedra e da iluminação desde o início do projeto ajuda a orientar o efeito visual desejado em ambientes residenciais, de hotelaria e restaurantes.
A luz natural e a artificial criam leituras diferentes da superfície ao longo do dia. Quando a pedra é iluminada por trás, os veios podem ganhar profundidade e as tonalidades se transformar, afirma Otavio Carneiro, da Maqstone. “Cada bloco passa a apresentar uma leitura muito particular”, diz.
O que considerar ao especificar a pedra
De acordo com a empresa, espessura, acabamento, translucidez, paginação e temperatura da iluminação devem ser avaliados em conjunto. Cada tipo de pedra tem propriedades próprias, que orientam sua especificação e aplicação.
Entre os materiais citados pela Maqstone para projetos que exploram a passagem de luz estão Cristallo, Cristallo Iceberg e Antarctic Calcite. A empresa também destaca o Luiza Blue, mármore calcítico originário do Espírito Santo, composto por veios de calcita azul e cristais em tons quentes, que formam desenhos diferentes em cada chapa.
As pedras naturais podem ser usadas em painéis, bancadas, divisórias, cabeceiras, bares, recepções e mobiliário. Nesses usos, cores, texturas e composições se tornam pontos de destaque e contribuem para a atmosfera do espaço.
Segundo a Maqstone, o controle das etapas entre mineração, seleção e beneficiamento permite conhecer as características de cada bloco e direcionar materiais para projetos especiais conforme suas particularidades.



