Clínica de Curitiba relata 97% de conclusão em ressonâncias
Segundo o DAPI, acompanhamento psicológico e equipamentos com abertura de 70 cm apoiaram pacientes com claustrofobia no último ano.
O DAPI, clínica de diagnóstico por imagem em Curitiba, afirma ter alcançado taxa de 97% de conclusão de exames de ressonância magnética entre quase 700 pacientes com claustrofobia ou medo do procedimento acompanhados no último ano. O serviço combina suporte psicológico presencial e equipamentos com abertura de 70 centímetros.
De acordo com a clínica, o protocolo é oferecido a pacientes com ou sem agendamento prévio. A equipe de telefonia identifica, desde o agendamento, pessoas que podem precisar de apoio, e o psicólogo acompanha presencialmente o procedimento na sala de exame.
Dados do acompanhamento psicológico
No ano passado, o Serviço de Psicologia do DAPI acompanhou 864 exames, segundo dados divulgados pela própria clínica. Desse total, 83% dos pacientes eram mulheres, e a faixa etária mais frequente estava entre 40 e 69 anos. Ainda conforme o DAPI, 183 pessoas retornaram espontaneamente para pedir acompanhamento em um novo procedimento.
Simone Cristiane Dalmas Cordeiro, psicóloga responsável pelo Serviço de Psicologia do DAPI, afirma que o suporte busca acolher o receio relacionado às sensações durante o exame, como a permanência em um equipamento tubular e os sons intensos.
Tempo de exame e abertura do aparelho
O DAPI informa utilizar equipamentos de ressonância magnética da Siemens Healthineers com abertura de 70 centímetros, característica que, segundo a clínica, reduz a sensação de confinamento. João Dias, gerente técnico do DAPI, diz que os aparelhos permitem realizar exames de joelho em cerca de cinco minutos e de abdome em aproximadamente 14 minutos.
Segundo Dias, a combinação entre menor tempo dentro do equipamento e acompanhamento psicológico está relacionada à taxa de conclusão relatada pela clínica para esse grupo de pacientes.



