Proteção financeira deve entrar na educação dos filhos

Especialista da Omint Seguros defende que famílias incluam imprevistos e sucessão no planejamento patrimonial.

Ensinar filhos a poupar e investir pode não ser suficiente para uma educação financeira completa. Segundo José Luiz Florippes, diretor de Vendas da Omint Seguros, a proteção do patrimônio, o planejamento de riscos e a preparação para imprevistos também devem fazer parte das conversas familiares.

O executivo afirma que economizar, investir e buscar rendimento são práticas frequentemente associadas à educação financeira, mas que a proteção do patrimônio construído recebe menos atenção. Para ele, esse aprendizado pode ser transmitido entre gerações.

Dados citados pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi) indicam que 82% dos brasileiros não possuem seguro de vida ativo, enquanto 17% dos adultos contam com algum tipo de cobertura. Os números são apresentados pela fonte como sinal de baixa cultura de proteção financeira no país.

Imprevistos e despesas familiares

De acordo com Florippes, invalidez, doenças graves e sucessão patrimonial são assuntos que muitas famílias adiam por serem sensíveis. Sem uma estratégia de proteção, esses eventos podem comprometer anos de esforço para a construção de patrimônio, segundo o especialista.

Na fase de criação dos filhos, despesas com educação, moradia, alimentação, saúde e atividades extracurriculares podem elevar os gastos da família. Nessa situação, um problema de saúde do principal provedor pode mudar de forma significativa o orçamento doméstico, além do impacto emocional.

Entre as ferramentas citadas está o seguro de vida individual. Conforme a Omint Seguros, ele pode contribuir para o planejamento patrimonial e sucessório e oferecer suporte financeiro em situações previstas na apólice, como doenças graves ou invalidez.

Sucessão patrimonial após a independência dos filhos

O planejamento financeiro pode continuar mesmo depois de os filhos conquistarem independência. Segundo a fonte, organizar a sucessão patrimonial pode facilitar a administração dos bens e oferecer liquidez para despesas imediatas decorrentes do falecimento durante o inventário.

Florippes avalia que a sucessão ainda é associada à morte em muitas famílias, quando poderia ser tratada como parte da organização patrimonial. Na visão do executivo, construir e proteger o patrimônio são etapas complementares de uma mesma estratégia familiar.

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