Parceria mira saúde de adolescentes em 2.227 municípios até 2030
AstraZeneca e UNICEF informam que nova fase apoiará planos municipais e ações de prevenção de doenças crônicas não transmissíveis.
A AstraZeneca e o UNICEF ampliaram no Brasil a parceria do Programa Adolescente Saudável, que prevê apoiar o desenvolvimento de Planos Municipais de Saúde dos Adolescentes em 2.227 municípios até 2030. Segundo as organizações, a iniciativa busca promover saúde e bem-estar de meninas e meninos, com foco na prevenção de doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs).
De acordo com o UNICEF e a AstraZeneca, parceiros desde 2023, mais de 110 mil adolescentes já tiveram suas capacidades fortalecidas para promover estilos de vida saudáveis e prevenir DCNTs no país. A próxima fase também envolverá as Unidades Amigas dos Adolescentes, com a proposta de adequar os serviços de saúde às necessidades dessa faixa etária.
Metas incluem participação de adolescentes
Segundo o comunicado, o ciclo de 2026 a 2030 prevê participação ativa de adolescentes e jovens na elaboração dos planos municipais, além da capacitação de profissionais, da conscientização sobre saúde e direitos e do apoio a políticas públicas de prevenção.
Globalmente, a AstraZeneca informou investimento superior a US$ 100 milhões no Programa Adolescente Saudável até 2030. A empresa projeta alcançar mais 10 milhões de jovens, capacitar 800 mil jovens defensores de direitos e contribuir para a formulação de 17 políticas públicas em mais de 60 países. Essas são metas anunciadas para o período e não resultados já alcançados.
Histórico do programa
De acordo com a AstraZeneca, o programa completou 15 anos de atuação e alcançou diretamente 23 milhões de jovens em mais de 60 países. A companhia também afirma que, nesse período, a iniciativa contribuiu para capacitar mais de 1 milhão de pessoas e para a influência de jovens em 29 leis e políticas públicas.
Uma pesquisa realizada pela RTI International, citada no comunicado, calculou retorno social de US$ 4,30 para cada US$ 1 investido no programa. O material não detalha a metodologia do levantamento.
Para o Brasil, a parceria afirma que a nova etapa dará atenção à ação liderada por jovens, à equidade em saúde e à adaptação às mudanças climáticas.



