Empresa adota três gatos resgatados e os integra à rotina do escritório

Mel, Abel e Poli foram resgatados pelo Instituto Lucy e passaram a conviver com a equipe da empresa de tecnologia ColmeIA.

A empresa de tecnologia ColmeIA adotou três gatos resgatados pelo Instituto Lucy, ONG dedicada ao resgate e à adoção de felinos, e os integrou à rotina de seu escritório. Mel, Abel e Poli, que haviam sido retirados de situações de abandono, receberam cuidados veterinários e acompanhamento antes de ir para a empresa, segundo a ColmeIA.

De acordo com a companhia, os animais convivem diariamente com a equipe e têm apelidos bem-humorados: Mel é chamada de Chief Cat Officer, Abel de Diretor de Ronronagem Estratégica e Poli de VP de Cochilos e Decisões Importantes. Os títulos são simbólicos e não correspondem a funções corporativas.

Convivência após o resgate

Segundo a ColmeIA, a iniciativa foi planejada após o processo de reabilitação dos gatos, com o objetivo de incorporá-los à cultura da empresa, e não apenas de mantê-los como mascotes. A presença dos animais no ambiente profissional, porém, requer atenção à adaptação dos pets, às condições do espaço e às necessidades de pessoas que trabalham ou visitam o local.

José Caodaglio, CEO da ColmeIA, afirma que a convivência tornou o escritório mais alegre e estimulou conversas entre funcionários e clientes. “Os feedbacks são bons e o escritório ficou mais alegre e diferente também”, afirma o executivo. Segundo ele, em algumas reuniões, visitantes e integrantes da equipe levam um dos gatos para o ambiente.

O que dizem os estudos citados

O material divulgado pela empresa menciona uma pesquisa publicada em 2026 pela pesquisadora Ana Junça Silva no International Journal of Workplace Health Management, da Emerald Publishing. Segundo o release, o estudo reuniu 1.220 participantes e observou associação entre práticas pet friendly, satisfação no trabalho, engajamento e bem-estar.

O texto também cita estudos da GoldeN em parceria com a Opinion, segundo os quais a presença de animais pode favorecer pausas, interação social e conversas espontâneas. Essas associações não substituem medidas de saúde ocupacional nem significam que a presença de pets seja adequada a todos os ambientes de trabalho.

Para Mel, Abel e Poli, a mudança representa principalmente adoção e acolhimento após o abandono. Para a empresa, segundo a ColmeIA, a convivência tornou-se uma forma de aproximar a equipe do debate sobre resgate responsável de animais.

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