Tecnologia acelera socorro a mulheres em risco e ajuda no combate ao feminicídio
Postos eletrônicos de segurança instalados em 95 cidades brasileiras encurtam tempo de resposta em casos de violência contra a mulher, segundo a Helper Tecnologia
O combate à violência contra a mulher tem ganhado reforço importante com o uso da tecnologia. Segundo a Helper Tecnologia, empresa com 15 anos de atuação e presença em 95 cidades de 19 estados brasileiros, os Postos Eletrônicos de Segurança instalados em locais públicos permitem que mulheres em situação de risco peçam socorro rapidamente, agilizando a chegada das equipes de policiamento.
De acordo com dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, o Brasil registrou 1.571 feminicídios em 2023, um aumento de 4% em relação ao ano anterior, o que representa mais de quatro mulheres mortas por dia. Nesse contexto, a rapidez no atendimento é fundamental para salvar vidas.
Os totens inteligentes da Helper enviam a localização exata do pedido de ajuda para a polícia ou guarda municipal, permitindo uma intervenção rápida. Exemplos recentes comprovam a eficácia do sistema: em janeiro, em Porto Alegre (RS), uma mulher de 48 anos acionou um totem durante uma situação de violência envolvendo o ex-companheiro, resultando na prisão do suspeito. Em outubro, em Guaíra (SP), a Guarda Civil Municipal flagrou a agressão a uma mulher grávida graças ao acionamento do posto eletrônico, o que levou à prisão em flagrante do agressor.
Segundo Edison Endo, diretor comercial da Helper Tecnologia, “a tecnologia não resolve sozinha o feminicídio, que exige prevenção, educação e uma rede de acolhimento, mas coloca ao alcance de quem está em risco uma forma simples de pedir ajuda e dá à equipe de segurança a informação de que ela precisa para chegar rápido”.
Além disso, a Helper mantém três totens personalizados na cor rosa, voltados especialmente para o atendimento de mulheres, nas cidades de Guaíra (SP), São Luís (MA) e Cachoeirinha (RS), reforçando o compromisso com a proteção feminina.
Embora os totens sejam ferramentas importantes, eles complementam a rede de proteção social formada pela Lei Maria da Penha, delegacias especializadas, medidas protetivas e acolhimento, atuando para encurtar o tempo de resposta em situações de perigo.



