Pedras naturais brasileiras ganham protagonismo na arquitetura
Com jazidas próprias, a Maqstone apresenta rochas brasileiras que levam identidade, cor e permanência a projetos contemporâneos.
Pedras naturais brasileiras podem fazer mais do que revestir uma superfície: elas ajudam a definir a personalidade de um ambiente. É esse o foco apresentado pela Maqstone, empresa fundada em 2001, em Cachoeiro de Itapemirim (ES), que trabalha com jazidas próprias e um portfólio de rochas para projetos de arquitetura, design e construção de alto padrão.
Segundo Otavio Carneiro, diretor da Maqstone, cada material apresenta características que não se repetem exatamente, como veios, tonalidades, movimentos e texturas. “Cada rocha tem uma característica que não se repete da mesma maneira. É justamente essa singularidade que torna a pedra natural tão especial para a arquitetura. Nosso trabalho é identificar o potencial de cada material e aproximá-lo das necessidades de arquitetos e designers”, afirma.
Por que a origem da pedra importa
De acordo com a Maqstone, acompanhar a matéria-prima desde a extração permite preservar as características naturais de cada rocha e ampliar as possibilidades de especificação. Com operação verticalizada, a empresa informa que atua em diferentes etapas da cadeia produtiva, da extração ao beneficiamento e à comercialização.
Essa relação com a origem também é apresentada pela empresa como parte da valorização da diversidade geológica brasileira. O portfólio reúne mármores, quartzitos, granitos e pedras especiais destinados a projetos residenciais, corporativos e de hospitalidade.
Rochas para diferentes estilos de decoração
Entre os materiais citados está o Luiza Blue, de tonalidade azul. Segundo a Maqstone, a pedra pode assumir protagonismo em superfícies, painéis e detalhes, criando pontos de destaque e explorando a cor como elemento arquitetônico.
Já o Calacatta Black & White combina tons claros e escuros, permitindo composições sofisticadas ou contemporâneas. O contraste pode transformar a superfície em um elemento visual de destaque, conforme o desenho, a escala e o acabamento escolhidos para o ambiente.
Para propostas claras e atemporais, a Maqstone cita o Olympus White e o Tesoro Bianco. De acordo com a empresa, essas pedras podem contribuir para ambientes luminosos e versáteis, atuando tanto como protagonistas quanto como elementos de integração entre materiais e acabamentos.
O repertório inclui ainda o Antarctic Calcite e o Gray Imperialle, que ampliam as opções de tonalidades e desenhos para diferentes linguagens arquitetônicas.
Uma escolha que atravessa tendências
Para Otavio Carneiro, a permanência da pedra natural não está apenas na resistência física. A possibilidade de combinar aplicações, acabamentos, escalas, iluminação e outros materiais permite que uma mesma superfície assuma interpretações variadas ao longo do tempo.
“A arquitetura contemporânea busca cada vez mais materiais que tenham significado e não sejam facilmente substituídos por uma tendência. A pedra natural traz essa dimensão de permanência porque sua beleza está relacionada à própria natureza do material. Cada projeto recebe uma superfície com características particulares, que passa a fazer parte da história daquele espaço”, explica Otavio.
Em bancadas, pisos, paredes, mobiliário e painéis, as pedras naturais brasileiras aparecem, assim, como uma escolha ligada à matéria, à origem e à identidade de cada projeto. A Maqstone também afirma exportar para diversos mercados e investir em inovação, sustentabilidade e processos produtivos de alta precisão.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



