Receita amarela digital: o que muda para pacientes e médicos
Integração dos sistemas da MV com a Anvisa permite emissão digital de receitas controladas, exigindo certificado ICP-Brasil ativo do prescritor
A emissão da receita amarela, utilizada para medicamentos sujeitos a controle especial como psicotrópicos e entorpecentes, tornou-se mais prática para médicos e pacientes atendidos por instituições que utilizam os sistemas da MV. A empresa brasileira, líder em transformação digital na saúde, integrou seus Prontuários Eletrônicos (PEP) diretamente às APIs da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), permitindo a emissão 100% digital dessas receitas.
Essa inovação acompanha a liberação tecnológica do Sistema Nacional de Controle de Receituários (SNCR) pela Anvisa, eliminando a necessidade de solicitar numerações à vigilância sanitária e imprimir talonários físicos em gráficas autorizadas. Agora, o processo é realizado online, de forma centralizada e em poucos cliques, simplificando a rotina dos profissionais de saúde.
Funcionamento da receita amarela digital
A emissão digital da receita amarela pelo sistema da MV requer que o prescritor possua um certificado digital ativo no padrão ICP-Brasil. A integração direta com o ambiente da Anvisa assegura a autoria do médico e permite a validação digital da receita no momento da compra na farmácia, substituindo a conferência manual do documento impresso.
Além da medicina, o sistema também contempla a odontologia, unificando padrões de segurança e processos para profissionais dessas áreas. A solução de Farmácia Digital da MV torna o fluxo de dispensação sistêmico e rastreável, atendendo aos rigorosos requisitos para coibir fraudes e rasuras em medicamentos de alto controle.
Impactos para pacientes e profissionais
Para pacientes que realizam teleconsulta, a possibilidade de emissão remota da receita amarela pode reduzir deslocamentos, facilitando a renovação de prescrições, especialmente para aqueles com limitações físicas ou psicológicas. No entanto, a tecnologia não substitui o acompanhamento médico, que deve ser mantido conforme as regras vigentes.
Em declaração, Emerson Zarour, diretor da Unidade Global Health da MV, destacou: “Esse avanço da Anvisa quebra mais uma barreira no cuidado à saúde da nossa população. O papel da MV foi atuar na vanguarda tecnológica, garantindo que nossos sistemas estivessem prontos e integrados assim que as APIs fossem liberadas, para que nossos clientes pudessem oferecer essa facilidade sem atrasos ou atritos operacionais.”
Para os profissionais, a digitalização devolve tempo à rotina médica, permitindo a emissão da receita de qualquer lugar, sem o risco de esquecer talonários físicos. Para os pacientes, a MV planeja oferecer um super app de saúde que permitirá gerenciar receitas digitais, controlar o uso contínuo de medicações e pesquisar preços no mercado, promovendo uma experiência integrada e tecnológica.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



