Isis Carreño é bicampeã do Campeonato Latinoamericano Femenino Yamaha R3 BLU CRU
Chilena garantiu o segundo título consecutivo após disputa acirrada em Santa Cruz do Sul
A piloto chilena Isis Carreño confirmou seu bicampeonato no Campeonato Latinoamericano Femenino Yamaha R3 BLU CRU no domingo, 27 de setembro de 2026, no Autódromo Internacional de Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul. Ela garantiu o título ao terminar a terceira e última corrida em terceiro lugar, somando os pontos necessários para a conquista.
A edição de 2026 contou com a participação de 18 pilotos de diferentes países da América Latina, evidenciando a força feminina na motovelocidade. O campeonato, que possui chancela institucional da FIM Latin America, promove a presença das mulheres não apenas como competidoras, mas também em funções de organização, comando de equipes e entrega de premiações.
Disputa equilibrada e resultados das corridas
Isis Carreño iniciou o fim de semana na pole position da Superpole, seguida pela colombiana Sara Varon e por Maria Paula Arias Medina, também da Colômbia. Na Corrida 1, Sara Varon venceu, com Carreño em segundo e Arias Medina em terceiro. Na Corrida 2, Carreño reverteu o resultado, conquistando a vitória, com Varon em segundo e Arias Medina em terceiro.
Na terceira e última corrida, Maria Paula Arias Medina cruzou a linha de chegada em primeiro, seguida pela brasileira Helena Oregana, enquanto Carreño ficou em terceiro, posição que lhe garantiu o título do campeonato. A disputa entre Carreño e Varon foi intensa ao longo do fim de semana, com as duas alternando-se na liderança das provas.
- Superpole: 1º Isis Carreño (CHI), 2º Sara Varon (COL), 3º Maria Paula Arias Medina (COL)
- Corrida 1: 1º Sara Varon (COL), 2º Isis Carreño (CHI), 3º Maria Paula Arias Medina (COL)
- Corrida 2: 1º Isis Carreño (CHI), 2º Sara Varon (COL), 3º Maria Paula Arias Medina (COL)
- Corrida 3: 1º Maria Paula Arias Medina (COL), 2º Helena Oregana (BRA), 3º Isis Carreño (CHI)
Estratégia e valorização feminina no motociclismo
Após a última corrida, Isis Carreño destacou a importância da estratégia adotada para garantir o título: “A estratégia era somar os pontos, mas eu entrei na corrida para ver o que acontecia e na última volta eu aguentei, não arrisquei, não exigi, e pensei ‘com a posição que eu tenho já é suficiente para o campeonato’”.
Além de promover a competição entre pilotos, o campeonato valoriza a participação feminina em diversas áreas do motociclismo, reforçando a representatividade das mulheres no esporte.
O programa Mecânica Yamaha para Mulheres (MYM), criado em 2023, foi um dos patrocinadores da edição 2026. Com cinco edições realizadas e mais de 4.000 participantes, o MYM busca promover autonomia, confiança e representatividade para mulheres motociclistas na América Latina.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



