IA automatiza compras de suprimentos na Unimed Campinas
Plataforma calcula demanda e emite ordens de compra; equipe foca em exceções e decisões estratégicas
Na Unimed Campinas, uma inteligência artificial (IA) passou a automatizar etapas essenciais da gestão de suprimentos hospitalares, incluindo o cálculo da demanda por medicamentos e materiais, além da emissão das ordens de compra. Essa inovação, desenvolvida pela empresa GTPLAN por meio da plataforma GTPLAN AI, substitui processos manuais que consumiam horas de trabalho, permitindo que a equipe se concentre em atividades estratégicas e na supervisão das operações.
Transformação na rotina da equipe
Com a automação, tarefas repetitivas e operacionais são realizadas automaticamente, liberando os profissionais para lidar com exceções e decisões que exigem conhecimento técnico e visão estratégica. Aline Dalacqua, coordenadora de Suprimentos da Unimed Campinas, destaca que a automação trouxe mais consistência e agilidade para a operação, além de reduzir significativamente o tempo dedicado às atividades manuais. Segundo ela, a equipe agora tem uma visão mais estratégica da gestão de suprimentos, com processos padronizados e maior previsibilidade, focando no que gera mais valor para o hospital e para o atendimento aos pacientes.
Automação com supervisão humana
A plataforma opera com base em regras de negócio previamente definidas, garantindo rastreabilidade e governança, sempre sob supervisão humana. Isso significa que, embora a IA execute etapas operacionais do abastecimento, a equipe permanece responsável por monitorar o funcionamento do sistema e intervir em situações que demandam avaliação específica. Essa abordagem difere de sistemas que apenas organizam dados ou sugerem ações, pois a GTPLAN AI conduz automaticamente fluxos do planejamento até a emissão das ordens de compra.
Importância do abastecimento eficiente
Manter o estoque adequado de medicamentos e materiais é fundamental para o funcionamento dos hospitais, impactando desde a disponibilidade dos insumos até o equilíbrio financeiro das instituições. A automação busca reduzir riscos de ruptura, minimizar desperdícios e aumentar a previsibilidade da operação. Embora o material divulgado não apresente dados quantitativos sobre redução de perdas ou rupturas, a percepção da equipe indica ganhos práticos e a possibilidade de expandir a automação para outros itens.
Felipe Noronha, Customer Success Manager & Partner da GTPLAN, ressalta que a IA está deixando de ser apenas uma ferramenta de apoio para assumir um papel operacional, calculando demandas e iniciando automaticamente fluxos de abastecimento. Ele destaca que essa transformação libera os profissionais para decisões que realmente exigem conhecimento técnico e visão estratégica, representando um avanço na transformação digital da saúde.
O projeto na Unimed Campinas exemplifica como a inteligência artificial pode evoluir para executar tarefas administrativas concretas, promovendo eficiência operacional sem abrir mão da segurança e da qualidade assistencial, com a supervisão humana garantindo o controle e a governança do processo.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



