Semana da Educação Climática debate escolas e eventos extremos

Evento online e gratuito reúne especialistas de 21 a 24 de setembro para discutir clima, alimentação, política e prevenção nas escolas.

Preparar escolas e comunidades para enfrentar eventos climáticos extremos envolve mais do que apenas discutir meio ambiente em sala de aula. Essa é a proposta da 4ª Semana da Educação Climática, que será realizada de 21 a 24 de setembro, em formato online e gratuito, com quatro encontros que abordam temas relacionados ao cotidiano, alimentação, decisões políticas e prevenção.

Organizado pela Reconectta e pelo Movimento Escolas pelo Clima, o evento reúne especialistas e representantes de iniciativas educacionais para mostrar como a educação climática pode ser integrada em diferentes contextos escolares.

Programação conecta clima e vida cotidiana

A abertura, no dia 21 de setembro, será dedicada a experiências práticas já em andamento nas escolas. O painel “Práticas em Educação Climática: experiências de quem está fazendo acontecer” contará com a participação de Adriano Antônio, do Colégio Jesus Maria José; Igor Cunha, da EREM Governador Eduardo Campos; e Thiago Cabral, da Sphere International School.

Entre os projetos apresentados estão a Revolução dos Baldinhos, uma iniciativa de recuperação florestal e o projeto Bioplástico de Mandioca. O objetivo é valorizar soluções desenvolvidas em diferentes realidades e ampliar as referências para outras comunidades escolares.

No dia 22, o foco será a relação entre clima, alimentação e território. O painel “Clima e Segurança Alimentar: passado, presente e futuro” contará com Flavia Brito, do Instituto Comida do Amanhã, e Jadiane Sokulk, do Sustentarea (USP) e da University of Saskatchewan.

Política climática e prevenção entram em pauta

A programação também discutirá como as decisões políticas impactam a educação e as comunidades. Em 23 de setembro, Beatriz Pagy, do Clima de Política, e Liuca Yonaha, do Instituto Talanoa, participarão do encontro “Clima e Eleições: como a política climática impacta a educação”.

O encerramento, em 24 de setembro, abordará o “Super El Niño e Eventos Extremos: ação e prevenção”. Rachel Trajber, do Cemaden Educação; Thaynah Gutierrez, do Geledés Instituto da Mulher Negra; e Tiago Schnoor, da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, discutirão os impactos desses fenômenos e a importância de preparar as comunidades.

Educação climática como prática coletiva

Segundo Livia Ribeiro, sócia-fundadora da Reconectta e diretora do Movimento Escolas pelo Clima, a educação climática não deve ser tratada de forma isolada. “Ela deve estar conectada às experiências que já acontecem nas escolas, à alimentação, às decisões políticas e à preparação para eventos extremos”, afirma.

A 4ª Semana da Educação Climática será realizada exclusivamente pela internet, com inscrições gratuitas. Mais informações estão disponíveis no site dos organizadores.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

👁️ 38 visualizações
🐦 Twitter 📘 Facebook 💼 LinkedIn
compartilhamentos

Comece a digitar e pressione o Enter para buscar

Comece a digitar e pressione o Enter para buscar