Guia prático auxilia na identificação de fragilidade em pacientes com câncer de pulmão
Roche Farma Brasil e GBOT lançam material para personalizar tratamento e preservar qualidade de vida
Identificar a fragilidade em pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC) é fundamental para garantir tratamentos seguros e eficazes. Pensando nisso, a Roche Farma Brasil e o Grupo Brasileiro de Oncologia Torácica (GBOT) lançaram o Guia Prático para Avaliação de Pacientes Frágeis, destinado a profissionais de saúde que acompanham esses casos.
O guia tem como objetivo apoiar a tomada de decisão clínica, especialmente em pacientes idosos ou com múltiplas comorbidades, que apresentam maior risco de toxicidades severas, declínio funcional, complicações graves e hospitalizações durante os tratamentos sistêmicos.
Fragilidade vai além da idade
Um dos pontos centrais do material é que a idade cronológica isolada não reflete a real reserva fisiológica do paciente. Por isso, a avaliação deve considerar sinais de alerta que podem passar despercebidos, como perda de peso não intencional, presença de comorbidades e alterações na capacidade funcional para atividades diárias.
Desenvolvido com a participação de um comitê de oncologistas, o guia reúne escalas consolidadas e calculadoras de risco que tornam a avaliação mais precisa e prática, otimizando o tempo do consultório e auxiliando na identificação precoce da fragilidade.
O Dr. William N. William, oncologista e coautor do material, destaca: “O manejo do paciente frágil com câncer de pulmão é um desafio diário na oncologia, pois a idade isolada não reflete a real reserva fisiológica do indivíduo”.
Tratamento personalizado e foco na qualidade de vida
O guia orienta que o tratamento seja individualizado para evitar esquemas agressivos que possam causar efeitos colaterais graves, sem deixar de oferecer terapias eficazes e potencialmente curativas por receios excessivos.
Além disso, enfatiza a importância de alinhar as expectativas do paciente e de seus familiares, considerando prioridades como viver mais, manter a independência, preservar a qualidade de vida ou controlar sintomas e dor.
Segundo o Dr. William, “Nosso objetivo é alinhar a intensidade da terapia às expectativas do paciente, evitando esquemas cujo supere o benefício, e promovendo escolhas que priorizem a qualidade de vida e a segurança em cada etapa do tratamento”.
O Guia Prático para Avaliação de Pacientes Frágeis está disponível para profissionais de saúde habilitados nas plataformas Diálogo Roche e no portal oficial do GBOT.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



