Currículo ainda importa? Veja o que o mercado busca hoje
Além da formação, empresas valorizam presença digital, pensamento crítico, criatividade e domínio de ferramentas de inteligência artificial.
O currículo não morreu, mas deixou de ser o único cartão de visitas profissional. Com a expansão da inteligência artificial (IA) e de plataformas como o LinkedIn, a forma como uma candidata se apresenta na internet também pode influenciar a busca por oportunidades.
Segundo um relatório de tendências da plataforma Monster.com citado no material, pelo menos um em cada oito profissionais em busca de recolocação menciona habilidades de inteligência artificial. O dado reforça uma mudança importante: além de listar experiências, é preciso mostrar como você acompanha as transformações do mercado.
LinkedIn também virou vitrine profissional
As plataformas profissionais são usadas para localizar pessoas que correspondam aos requisitos de determinadas vagas. Nesse processo, palavras-chave presentes no perfil podem fazer diferença — especialmente no título profissional, conhecido como headline no LinkedIn.
Beatriz Zanoni, coordenadora do curso de Administração do UniBrasil Centro Universitário, explica que empresas podem encontrar candidatas por meio dessas buscas, mesmo quando elas não se candidataram diretamente a uma oportunidade.
“O que mudou na forma como as empresas avaliam candidatos é que muitas vezes elas entram nessas redes e procuram candidatos que estão alinhados ao que elas querem”, afirma. Segundo ela, manter um headline bem estruturado pode facilitar essa descoberta.
Na prática, isso significa revisar o perfil profissional com atenção: deixar claras as áreas de atuação, competências, ferramentas dominadas e objetivos de carreira. O currículo continua importante, mas precisa conversar com a presença digital.
As habilidades que ganharam espaço
A tecnologia não substitui as competências comportamentais. Entre as características valorizadas pelas empresas estão a capacidade de trabalhar em equipe, a criatividade e o raciocínio crítico e analítico.
Essa última habilidade se torna ainda mais relevante com o uso da IA. A ferramenta pode produzir respostas e análises, mas cabe à profissional avaliar se as informações fazem sentido, identificar erros e interpretar os resultados.
“As empresas procuram profissionais capazes de se adaptarem às novas demandas, profissionais criativos que apresentem soluções criativas e principalmente saibam trabalhar em equipe”, afirma Marcos Tavares Pedro, coordenador do curso de Ciências Contábeis do UniBrasil.
Formação técnica precisa caminhar com tecnologia
O cenário também aumenta a importância de uma formação que combine conhecimento técnico, domínio de ferramentas digitais e desenvolvimento humano. No material, representantes do UniBrasil destacam disciplinas e projetos voltados à aproximação entre os estudantes e situações do cotidiano profissional.
Para quem está estudando ou planejando uma transição de carreira, a mensagem é objetiva: manter o currículo atualizado continua essencial, mas não basta. Também vale desenvolver pensamento crítico, aprender a usar novas tecnologias com responsabilidade e construir uma apresentação profissional coerente nos ambientes digitais.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



