ACESSA lança guia sobre dor e autocuidado responsável

Segundo fascículo explica tipos de dor, medidas de cuidado, uso de medicamentos e sinais que indicam a busca por ajuda profissional.

A dor é uma realidade para cerca de 40% da população brasileira, conforme dados do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT). Entre os tipos mais comuns estão as dores musculoesqueléticas, com destaque para a lombalgia, que afeta 77% dos casos de dor crônica citados no protocolo.

Para auxiliar no entendimento e manejo desse sintoma, a ACESSA – Associação Brasileira da Indústria de Produtos para o Autocuidado em Saúde – lançou o segundo fascículo do Guia de Autocuidado em Saúde, intitulado “Dor: entender para cuidar”. A publicação, disponível gratuitamente em versão digital no site da entidade, reúne especialistas de diversas áreas para oferecer informações baseadas em evidências científicas sobre prevenção, medidas não farmacológicas, uso responsável de medicamentos isentos de prescrição (MIPs) e identificação de sinais que indicam a necessidade de avaliação profissional.

Compreendendo a dor de forma ampla

O guia propõe uma abordagem que vai além do simples alívio do sintoma, considerando aspectos físicos, emocionais e sociais que influenciam a percepção da dor. Seus efeitos podem impactar o sono, o trabalho, as relações sociais e a qualidade de vida.

Além da lombalgia, o PCDT destaca outras dores crônicas frequentes, como as localizadas no joelho (50%), ombro (36%), tornozelo (28%), mãos (23%) e região cervical (21%). O fascículo enfatiza a importância de avaliar características como intensidade, duração, localização, frequência e evolução dos sintomas para diferenciar situações que podem ser manejadas com autocuidado daquelas que exigem acompanhamento profissional.

Autocuidado e uso responsável de medicamentos

Um ponto central do guia é a distinção entre automedicação responsável e autoprescrição inadequada. Os medicamentos isentos de prescrição (MIPs) são apresentados como opções acessíveis para o manejo de sintomas leves, desde que usados conforme as orientações e respeitando os limites do autocuidado.

O material também destaca medidas não farmacológicas que podem contribuir para o cuidado da dor, como a prática regular de atividade física, hidratação adequada, sono de qualidade e alimentação equilibrada. Um capítulo específico aborda a febre, explicando sua função no organismo e orientando sobre seu manejo.

“Por isso, informação de qualidade é fundamental para que as pessoas entendam seus sintomas, façam escolhas mais conscientes e reconheçam os limites do autocuidado”, ressalta Cibele Zanotta, presidente-executiva da ACESSA.

O guia reforça que dores persistentes, sinais de alerta ou dúvidas sobre o quadro devem ser avaliados por um profissional de saúde. A publicação digital está disponível para consulta gratuita no site da ACESSA.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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