IA na saúde: governança é prioridade para uso responsável

Live da Axis discutiu proteção de dados, segurança do paciente e regulamentação da IA no setor

A inteligência artificial tem transformado diversas etapas da saúde, desde diagnósticos e tratamentos até pesquisas e gestão de serviços assistenciais. No entanto, o avanço dessa tecnologia traz desafios importantes relacionados à privacidade, segurança do paciente e responsabilidade das instituições médicas.

Para discutir esses temas, a Axis AI & Privacy Governance realizou, em 18 de agosto de 2026, uma live gratuita intitulada Governança de IA e de Privacidade na Saúde. O encontro reuniu especialistas das áreas jurídica, tecnológica e da saúde para debater os desafios e oportunidades da adoção da inteligência artificial no setor.

Importância da governança de IA na saúde

O uso da inteligência artificial em ambientes de saúde envolve o tratamento de dados pessoais sensíveis e decisões que impactam diretamente a vida dos pacientes. Por isso, a adoção da tecnologia exige mais do que a escolha de ferramentas eficientes: requer a implementação de processos que acompanhem riscos, protejam dados, garantam transparência e definam responsabilidades.

Isso se traduz na necessidade de uma estrutura de governança contínua, capaz de avaliar como a IA é implementada, utilizada e atualizada dentro das organizações. A relevância do tema aumentou com a entrada em vigor da Resolução CFM nº 2.454/2026 e o avanço das discussões sobre a regulamentação da inteligência artificial no Brasil.

Debate multidisciplinar

O evento contou com a participação de Mariana Dessotti, fundadora e CEO da Axis AI & Privacy Governance, especialista em propriedade intelectual, tecnologia, proteção de dados e governança de IA; Renata Avelar, sócia da Antebellum, advogada, enfermeira e mestre em Gestão em Saúde, com expertise em privacidade, proteção de dados e IA aplicada ao setor; e Fernando Nery, membro do Conselho da Axis e sócio-fundador da Módulo S/A, referência nacional em governança, riscos, compliance e segurança cibernética.

Aspectos essenciais para instituições

O debate ressaltou que a incorporação responsável da inteligência artificial na saúde depende de:

  • proteção de dados pessoais sensíveis;
  • gestão e monitoramento de riscos;
  • processos estruturados de conformidade regulatória;
  • transparência e prestação de contas;
  • segurança do paciente.

Para pacientes e profissionais, essa discussão reforça que o avanço da IA na saúde deve estar alinhado a critérios claros de segurança, privacidade e responsabilidade, garantindo que a inovação tecnológica caminhe junto com a proteção dos direitos e da integridade dos envolvidos.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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