Gastos com alimentos e bebidas no Brasil devem superar R$ 1,2 trilhão em 2026
Pesquisa IPC Maps projeta alta de 7,1% e detalha consumo dentro e fora do domicílio
O setor de alimentos e bebidas no Brasil deve movimentar mais de R$ 1,2 trilhão até o fim de 2026, representando um crescimento de 7,1% em relação ao ano anterior. A estimativa é da Pesquisa IPC Maps, que analisa o potencial de consumo dos brasileiros com base em dados oficiais.
Alimentação em casa responde pela maior parte dos gastos
Segundo o estudo, os gastos com alimentos e bebidas para consumo no domicílio devem alcançar cerca de R$ 838 bilhões. Essa categoria inclui produtos “in natura”, industrializados, preparados, além de compras em sacolões, varejões e similares. Também são considerados os gastos com bebidas e infusões consumidas em casa, como cafés, chás, sucos artificiais, refrigerantes, cervejas, vinhos e outras bebidas alcoólicas.
Já o consumo fora do domicílio, que abrange refeições, lanches, cafés da manhã, cafezinhos, caldos, refrigerantes, cervejas, chopes e outras bebidas alcoólicas, deve movimentar aproximadamente R$ 374 bilhões no período.
São Paulo lidera o consumo nacional
Entre os estados brasileiros, São Paulo é o maior consumidor do setor, com previsão de gastos de R$ 308 bilhões. Minas Gerais aparece em segundo lugar, com R$ 135 bilhões, seguido pelo Rio de Janeiro, com R$ 103 bilhões. O Rio Grande do Sul ocupa a quarta posição, com movimentação estimada em R$ 76,4 bilhões.
Crescimento dos serviços alimentícios
O estudo também destaca o crescimento dos serviços alimentícios no país. Entre abril de 2025 e abril de 2026, foram inaugurados mais de 195 mil novos pontos de venda, um aumento de 12,2%. Atualmente, o Brasil conta com cerca de 1,8 milhão de estabelecimentos ligados à oferta de refeições, lanches e bebidas para consumo fora de casa.
Publicado anualmente pela IPC Marketing Editora, o IPC Maps é um estudo que detalha o potencial de consumo por categorias em cada um dos 5.571 municípios brasileiros. A pesquisa permite comparações entre cidades, estados, regiões e áreas metropolitanas, além de apresentar recortes por classes sociais e setores da economia.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



