IA ajuda polícia a recuperar moto furtada em Guarapuava
Sistema analisou imagens de câmeras e indicou rota seguida pelo suspeito no Paraná
Uma motocicleta furtada em Guarapuava, na região central do Paraná, foi recuperada com o apoio de um sistema de inteligência artificial utilizado pela Polícia Militar do Paraná (PMPR). A tecnologia analisou imagens da rede de câmeras da cidade, identificou o horário aproximado do furto e indicou a direção seguida pelo suspeito.
O caso teve início na segunda-feira (10), quando o proprietário comunicou ao 16º Batalhão de Polícia Militar (16º BPM) que sua moto havia desaparecido de um estacionamento. Ele havia deixado o veículo no local pela manhã e só percebeu o furto à noite, após o expediente de trabalho.
Como a inteligência artificial auxiliou na investigação
Com as informações da motocicleta inseridas no sistema, a plataforma indicou que o furto ocorreu por volta das 17h30. A análise das câmeras revelou que o suspeito fugiu em direção ao bairro Primavera, próximo à BR-277.
Esses dados foram combinados com informações coletadas pelo núcleo de inteligência do batalhão. No dia seguinte, os policiais localizaram um homem em um terreno no bairro Primavera e realizaram a abordagem.
Motocicleta com placa adulterada
Inicialmente, o homem negou envolvimento no crime. Durante a abordagem, a equipe encontrou uma motocicleta com a placa modificada. Segundo a PMPR, ele admitiu ter participado do furto, pintado o veículo de preto e adulterado a placa.
O suspeito e a motocicleta foram encaminhados à delegacia. A polícia não divulgou a identidade do homem nem detalhes sobre as acusações formais registradas após a ocorrência.
Uso da inteligência artificial em outros crimes
De acordo com a Secretaria da Segurança Pública do Paraná, o sistema de inteligência artificial apoia as polícias Militar e Civil na elucidação de crimes como roubo, furto, homicídio, tráfico de drogas, estupro e estelionato.
Desde o início de 2026, mais de 800 crimes foram solucionados com o auxílio da ferramenta, conforme a secretaria. A solução é coordenada pela Secretaria da Segurança Pública (Sesp) e pela Superintendência-Geral de Governança de Serviços e Dados (SGSD).
A plataforma foi desenvolvida para operar em larga escala e está em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). O caso em Guarapuava exemplifica a aplicação prática da tecnologia, que reúne rapidamente imagens, horários e deslocamentos para orientar o trabalho policial.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



