Projeto Ginga une design brasileiro, arte e solidariedade

Capas intercambiáveis das cadeiras Bossa Nova e Bossinha ganham obras de arte contemporânea e parte da receita apoia educação musical

O Projeto Ginga propõe uma nova forma de integrar arte, design e solidariedade ao transformar as capas intercambiáveis das cadeiras Bossa Nova e Bossinha em suportes para obras de arte contemporânea. A iniciativa, lançada em São Paulo, une personalização, design brasileiro e impacto social em uma coleção inédita.

O lançamento ocorreu na terça-feira (4), no showroom da Fahrer, localizado na Alameda Gabriel Monteiro da Silva, e reuniu jornalistas, influenciadores, arquitetos, designers, colecionadores e admiradores da arte e da música. A primeira edição do projeto, com curadoria de Fabio Szwarcwald, apresenta criações exclusivas dos artistas Estela Sokol e Rafael Alonso aplicadas às cadeiras Bossa Nova e Bossinha, sua versão infantil.

Arte que se adapta ao cotidiano

O diferencial do Projeto Ginga está em levar a arte contemporânea para um objeto presente no dia a dia: a cadeira. As capas das cadeiras podem ser trocadas, permitindo que as obras de arte circulem e se adaptem a diferentes ambientes, estilos e momentos, conferindo às peças um caráter colecionável e versátil.

Design com propósito social

Além do aspecto estético, o projeto tem uma forte dimensão social. Parte da receita obtida com as vendas será destinada ao Instituto Hatus, que trabalha para ampliar o acesso de crianças e jovens à cultura e à educação musical. Assim, o design se torna um meio para apoiar iniciativas culturais e educativas, unindo beleza e responsabilidade social.

Uma plataforma cultural em expansão

O lançamento do Projeto Ginga marca o início de uma plataforma cultural permanente, que receberá novas curadorias e artistas ao longo do tempo. A proposta é transformar o design brasileiro em um veículo para a circulação da arte contemporânea e para a promoção de ações com impacto social.

A Cadeira Bossa Nova, criada pelo designer Sergio Fahrer, é reconhecida por sua estrutura metálica resistente e pelas capas intercambiáveis produzidas artesanalmente. Essa característica permite que o móvel se adapte a diferentes fases da vida, estilos e ambientes, tornando-se um objeto durável e cheio de identidade brasileira.

Com o Projeto Ginga, essa versatilidade ganha uma nova dimensão: a troca das capas passa a apresentar expressões artísticas variadas e a apoiar causas ligadas à formação cultural e musical, ampliando o significado e o alcance do design.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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