Paraná lidera avaliação nacional da saúde pública, aponta pesquisa Quaest
Levantamento mostra 43% de avaliações positivas no Paraná, destacando avanços em atenção básica, redução de filas e entrega de medicamentos
O Paraná manteve a liderança nacional na avaliação da saúde pública, conforme levantamento divulgado pela Genial/Quaest. Pela segunda vez consecutiva, 43% dos paranaenses avaliaram positivamente os serviços públicos de saúde, enquanto 37% os classificaram como regulares.
O índice do Paraná supera o de outros estados avaliados, como Goiás (40%), Pernambuco (39%), Ceará (38%), Bahia (32%), Minas Gerais (30%), Pará (30%), Rio Grande do Sul (28%), São Paulo (26%) e Rio de Janeiro (15%). A pesquisa ouviu 1.104 pessoas no estado entre os dias 21 e 25 de julho, com nível de confiança de 95% e margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos.
Investimentos e ampliação da atenção básica
Além da percepção da população, dados da Secretaria de Estado da Saúde indicam investimentos significativos. No primeiro quadrimestre de 2026, o governo destinou mais de R$ 2,9 bilhões para a saúde, o que corresponde a 15,01% da Receita Líquida de Impostos, superando o mínimo constitucional de 12%. O orçamento anual da Secretaria ultrapassa R$ 10 bilhões.
Um dos focos da gestão é o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS), que alcançou cobertura populacional de 96,49%, consolidando uma das maiores redes de atendimento básico do país. Essa ampliação facilita o acesso inicial aos serviços de saúde nos municípios e reduz a necessidade de deslocamentos para atendimentos mais complexos.
Redução de filas e entrega de medicamentos em domicílio
O programa Opera Paraná tem contribuído para a redução das filas de espera. A meta era diminuir em 26% a fila de cirurgias eletivas, mas a queda registrada no primeiro quadrimestre de 2026 foi de 44%. Para consultas e exames especializados, a redução foi de 32%, superando a meta de 30%.
Outro destaque é o programa Remédio em Casa, que entrega medicamentos de uso contínuo diretamente na residência dos pacientes. Em 2025, mais de 34,5 mil pessoas foram atendidas, um aumento de 1.616% em relação ao início da atual gestão. O serviço atende pacientes com mais de 40 doenças crônicas, incluindo asma, osteoporose, doença pulmonar obstrutiva crônica e dislipidemia.
Esses dados refletem tanto a percepção positiva da população quanto os esforços do estado para ampliar o acesso e a qualidade dos serviços de saúde pública.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



