70% dos pais de pet consideram seus animais parte da família
Pesquisa revela o impacto do vínculo afetivo na alimentação, saúde e bem-estar dos pets
Para muitos, chamar o animal de estimação de “filho” deixou de ser apenas uma expressão carinhosa. Uma pesquisa realizada pela Serasa em parceria com o Instituto Opinion Box revela que 70% dos responsáveis consideram seus cães e gatos como membros da família. Esse dado explica por que o cuidado com os pets tem ganhado cada vez mais espaço nas decisões e no orçamento doméstico.
O levantamento também indica que 65% dos responsáveis estão dispostos a investir o que for necessário para garantir o bem-estar dos animais. Além disso, 52% afirmam já ter priorizado gastos com seus pets em detrimento de outras necessidades pessoais.
Transformações na rotina dos tutores
Essa relação próxima se reflete nas escolhas diárias, especialmente na busca por informações sobre alimentação, saúde e qualidade de vida dos pets. Kelly Carreiro, médica-veterinária da Special Dog Company, destaca que os responsáveis estão mais atentos à composição dos alimentos e à origem dos ingredientes.
“Não é mais incomum ver o pai de pet pesquisando ingredientes, comparando rótulos e perguntando sobre a origem do que compõe o alimento antes de decidir a compra”, afirma a veterinária.
Assim, a escolha da alimentação deixou de ser automática para muitas famílias. Fatores como a fase da vida do animal, a digestibilidade e o equilíbrio nutricional passaram a ser considerados, sempre respeitando as necessidades individuais de cada cão ou gato.
Prevenção como demonstração de cuidado
Além do vínculo afetivo, os cuidados básicos de saúde são fundamentais para o bem-estar dos pets. Entre as principais práticas recomendadas estão:
- consultas veterinárias periódicas;
- vacinação em dia;
- controle de parasitas;
- acompanhamento do peso;
- atividades físicas e estímulos mentais;
- oferta de água fresca e alimentação adequada para cada fase da vida.
A observação diária também é importante. Mudanças no comportamento, perda de apetite, alteração no consumo de água ou redução da disposição podem indicar problemas de saúde. Nesses casos, a recomendação é buscar acompanhamento profissional para identificar possíveis doenças e definir a melhor conduta.
Um vínculo que reorganiza prioridades
O crescimento do número de “pais de pet” evidencia uma transformação na forma como cães e gatos são vistos nas famílias brasileiras. Mais do que companhia, eles influenciam a rotina, as escolhas de consumo e a organização dos cuidados domésticos.
O Dia dos Pais, celebrado em agosto, reforça essa conexão, lembrando que a parentalidade pode ser construída no cotidiano com os animais, pautada no afeto, na responsabilidade e na atenção às necessidades de cada pet.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



