Como escolher o porcelanato ideal para a piscina

Tempo seco facilita reformas antes do verão; veja acabamentos que priorizam segurança, conforto e beleza em cada área da piscina

Se a ideia é construir ou reformar a piscina, o período de tempo mais seco pode ser um bom aliado para organizar a obra antes da chegada do verão. Como a área costuma ficar menos movimentada nos meses frios, o planejamento também ajuda a evitar intervenções justamente quando a família e os amigos mais querem aproveitar o espaço.

Entre as decisões do projeto, a escolha do porcelanato merece atenção especial. O revestimento não define apenas a aparência da piscina: ele também influencia a segurança, o conforto ao caminhar e a durabilidade do ambiente. E o material ideal para a parte submersa não é necessariamente o melhor para escadas, prainhas, bordas ou decks.

Parte interna pode ganhar grandes formatos

Os porcelanatos de grandes dimensões são uma tendência em projetos de piscinas porque reduzem a quantidade de juntas e criam uma superfície visualmente mais contínua. O efeito pode deixar o espaço com aparência mais ampla e acabamento sofisticado.

De acordo com Carlos Bianco, arquiteto responsável pelo showroom da Roca Cerámica e da Incepa, marcas do Grupo LAMOSA no Brasil, a especificação precisa levar em conta as características de cada área. “Cada área da piscina possui necessidades específicas. A especificação correta do porcelanato considera fatores como profundidade e coeficiente de atrito”, explica.

Segundo o material, os SuperFormatos da Roca Cerámica e da Incepa podem ser especificados para a parte interna da piscina, inclusive versões polidas. Como essa área permanece submersa, o risco de escorregamento associado à circulação não é o mesmo observado nas regiões rasas e no entorno.

Prainhas e escadas pedem mais aderência

Nas áreas de transição entre a água e o ambiente seco, a segurança deve vir em primeiro lugar. Prainhas, degraus e regiões com até 60 centímetros de profundidade são locais onde as pessoas caminham com frequência e, por isso, exigem atenção ao acabamento.

O conteúdo recomenda porcelanatos com coeficiente de atrito superior ou igual a 0,6 para áreas de circulação molhada. Acabamentos como o ABS, citado no material, oferecem maior aderência quando a superfície está molhada.

Bordas e deck também precisam ser confortáveis

O entorno da piscina costuma concentrar bastante circulação, incluindo crianças, idosos e animais de estimação. Por isso, o piso deve combinar resistência, conforto ao caminhar e segurança durante o uso cotidiano.

Para quem busca um visual natural, o porcelanato pode reproduzir pedras como hijau e quartzitos, além da madeira. As séries citadas no material apostam em variações de tons, veios e texturas, enquanto características como baixa absorção de água, resistência mecânica e menor necessidade de manutenção aparecem como vantagens em relação a materiais naturais.

O que observar antes de decidir

  • Separe as necessidades da parte submersa, das áreas rasas e do entorno.
  • Priorize acabamento com aderência nas regiões molhadas de circulação.
  • Considere o coeficiente de atrito indicado para cada aplicação.
  • Avalie grandes formatos, paginação, limpeza e integração com o paisagismo.

Com a especificação correta, a piscina pode unir estética contemporânea e uso mais seguro. O ideal é definir o revestimento junto ao projeto, considerando profundidade, circulação e exposição constante à água.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

👁️ 49 visualizações
🐦 Twitter 📘 Facebook 💼 LinkedIn
compartilhamentos

Comece a digitar e pressione o Enter para buscar

Comece a digitar e pressione o Enter para buscar