DIY em alta: 4 artesanatos que conquistam a Geração Z

Crochê, cerâmica, macramê e punch needle crescem nas redes e mostram como criar, economizar e até gerar renda com o feito à mão.

Fazer com as próprias mãos voltou a ser uma forma de desacelerar, personalizar a casa e consumir de maneira mais consciente. Entre a Geração Z, técnicas como crochê, cerâmica, macramê e punch needle — também conhecido no Brasil como bordado russo ou agulha mágica — ganharam espaço nas redes sociais e passaram a ser vistas também como possibilidade de renda extra.

O movimento acompanha a expansão do setor. Segundo o estudo Arts & Crafts Market Outlook 2025–2035, da consultoria Future Market Insights, o mercado global de artes e artesanato deve movimentar US$ 56,26 bilhões em 2026 e alcançar US$ 91,95 bilhões até 2035. No Brasil, dados do IBGE indicam que o artesanato movimenta cerca de R$ 100 bilhões por ano, o equivalente a 3% do PIB nacional, e é fonte de renda para 8,5 milhões de brasileiros, presente em 67% dos municípios do país.

Quatro técnicas que estão em alta

Punch needle: a técnica chama atenção por ter uma curva de aprendizado considerada baixa e permitir resultados rápidos. Para começar, são necessários uma agulha própria, tecido de base tipo monk’s cloth, bastidor e linha. Projetos pequenos podem ser concluídos em pouco tempo, o que ajuda a manter a motivação de quem está experimentando o hobby.

Crochê e tricô: as técnicas tradicionais aparecem com uma estética contemporânea, marcada por pontos mais grossos, texturas evidentes e tons como bege, verde suave e terracota. Linhas, agulhas e kits para iniciantes costumam formar o primeiro conjunto de materiais.

Cerâmica: a valorização do artesanal também mudou a percepção sobre as imperfeições. Pequenas variações de formato e acabamento passaram a ser associadas à autenticidade. Argila, kits de modelagem e ferramentas básicas são opções para testar a atividade.

Macramê: cordas, argolas de madeira e suportes para plantas estão entre os itens usados para criar peças decorativas. A técnica combina com quem gosta de projetos para a casa e quer produzir objetos únicos, como painéis e cachepôs.

Como começar sem gastar além da conta

Antes de montar um kit completo, vale escolher um projeto pequeno e comprar apenas os materiais necessários. Comparar preços, observar a quantidade de matéria-prima e verificar cupons disponíveis são medidas que podem ajudar a reduzir o custo inicial.

Também é interessante aproveitar materiais que já estão em casa e buscar referências gratuitas para aprender os pontos básicos. Com o tempo, a prática pode evoluir para presentes, peças de decoração ou encomendas. Mais do que seguir uma tendência, o DIY oferece uma maneira de transformar criatividade em hábito — e, para algumas pessoas, em uma nova fonte de renda.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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