Jogos de tabuleiro crescem no inverno e animam a casa
Com 13,1% das vendas de brinquedos no Brasil, jogos de cartas e tabuleiro voltam a ganhar espaço como lazer offline em família e entre amigos.
Com as temperaturas mais baixas, os programas dentro de casa voltam a ganhar protagonismo — e os jogos de tabuleiro aparecem como uma das alternativas mais práticas para reunir família e amigos longe das telas. Além de divertidos, eles ajudam a transformar uma noite comum em um momento de convivência mais leve, descontraído e presencial.
Lazer offline em alta
A movimentação acompanha uma busca crescente por experiências offline, em meio ao excesso de telas e à vontade de desacelerar. Nesse cenário, jogos de cartas e tabuleiro reaparecem como uma opção simples para diferentes ocasiões: depois do jantar, numa tarde em casa ou em encontros que reúnem várias gerações.
Os números do setor reforçam essa retomada. De acordo com o Sebrae, os jogos de tabuleiro representam atualmente 13,1% das vendas de brinquedos no Brasil, avanço em relação aos 9,1% registrados em 2017.
Uma atividade para diferentes perfis
Referência no mercado de baralhos, jogos de tabuleiro e colecionáveis, a COPAG acompanha esse comportamento e destaca que os jogos seguem presentes em momentos variados de convivência. A empresa tem mais de um século de história e aposta em um portfólio diverso para atender desde partidas rápidas até noites inteiras de diversão.
Segundo Lucas Missi, gerente de marketing digital da COPAG, o inverno favorece esse tipo de programação: “Durante o inverno, quando as pessoas naturalmente passam um tempo maior em casa, os jogos ganham ainda mais relevância porque ajudam a transformar esses momentos em experiências compartilhadas. Temos percebido uma valorização grande de atividades que aproximam as pessoas e criam uma alternativa aos momentos de lazer”.
Opções para chamar todo mundo para a mesa
O catálogo citado no material reúne sugestões para perfis diferentes. Mestre da Mímica é indicado para famílias e mistura gestos, criatividade e adivinhação. Dig In aposta em agilidade e atenção, com desafios rápidos para encontrar objetos nas cartas. Já Perguntados, inspirado em um sucesso mundial de perguntas e respostas, leva conhecimento e competição para a mesa com temas variados.
Os baralhos convencionais continuam entre as opções mais versáteis, porque permitem vários tipos de jogos e se adaptam a grupos pequenos ou grandes. No fim, a força desses jogos está justamente nisso: são acessíveis, convidam à participação e criam uma pausa bem-vinda na rotina acelerada.
Em tempos de agenda cheia e excesso de estímulos, talvez a graça esteja em algo simples — sentar à mesa, embaralhar as cartas e deixar o celular de lado por algumas rodadas.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



