Corinthians promove palestra sobre violência contra a mulher para meninas da base
Advogada especialista em direitos humanos conduziu debate com atletas de 13 a 20 anos sobre tipos de violência e formas de ajuda
Em 3 de junho de 2026, o Sport Club Corinthians Paulista promoveu uma palestra voltada às meninas da base do futebol feminino do clube, com o tema violência contra a mulher. A atividade reuniu atletas entre 13 e 20 anos, buscando ampliar a conscientização sobre o assunto dentro e fora do ambiente esportivo.
Contextualização e tipos de violência
A advogada e especialista em direitos humanos Daniele Akamine conduziu a conversa, iniciando com a história do futebol, tradicionalmente visto como um esporte masculino, para destacar o protagonismo das meninas no esporte. Durante o encontro, foram apresentados os diferentes tipos de violência contra a mulher: física, psicológica, moral, patrimonial e digital.
Além disso, Daniele explicou os pontos de atenção e os canais disponíveis para pedir ajuda, informações essenciais para adolescentes em fase de formação pessoal e esportiva.
Participação das atletas e relatos
O debate foi intenso, com as meninas compartilhando experiências pessoais, tanto dentro quanto fora de campo, especialmente em contextos familiares. Elas também participaram de atividades que aproximaram o tema da realidade delas, tirando dúvidas e refletindo sobre o assunto.
Daniele Akamine destacou a importância de diferenciar controle de cuidado e ressaltou que a violência pode se manifestar de diversas formas, muitas vezes inesperadas. Segundo ela, “há uma nova geração de mulheres que sabem o que querem e estão dispostas a quebrar esse elo, se necessário”.
Importância da iniciativa
Levar o debate sobre violência de gênero para o futebol de base contribui para ampliar o conhecimento das jovens em um momento decisivo da vida. Inserir esse tema no ambiente esportivo reforça que respeito, proteção e autonomia são fundamentais na formação de qualquer atleta.
Além de informar, a ação destaca a importância de reconhecer sinais de abuso e saber onde buscar apoio, sendo um passo importante para quebrar ciclos de violência e fortalecer redes de proteção.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



