Museu da Imaginação amplia sede e mira adolescentes
Sob a gestão de Vanessa Macorin, a instituição inaugurou nova unidade na Água Branca e triplicou sua capacidade de público em São Paulo.
O Museu da Imaginação vive uma fase de expansão em São Paulo. Sob a direção executiva de Vanessa Macorin, a instituição inaugurou em 2024 uma nova sede na Água Branca, com mais de 7 mil m² dedicados a experiências interativas, e ampliou em cerca de três vezes sua capacidade de atendimento.
Uma liderança que veio da tecnologia e do empreendedorismo
A trajetória de Vanessa foge do caminho mais óbvio para quem hoje lidera um espaço cultural infantil. Graduada e pós-graduada em Ciência da Computação, ela passou mais de uma década na área de tecnologia e liderou projetos pioneiros de educação a distância nos setores educacional e de aviação.
Depois, empreendeu como proprietária de lojas infantis, experiência que, segundo ela, foi decisiva para desenvolver gestão, resiliência e liderança. Em 2018, aceitou o convite para gerenciar o Museu da Imaginação e, em 2020, assumiu a diretoria executiva.
O crescimento do museu e a nova sede
Criado em 2017, o Museu da Imaginação nasceu com a proposta de colocar a criança no centro da experiência: explorar, testar, criar hipóteses e aprender com o contato direto com diferentes linguagens. Com o trabalho de gestão e expansão, o espaço ganhou escala e a estrutura antiga deixou de dar conta da demanda de visitantes espontâneos e escolas.
O avanço veio com a aquisição da instituição, em 2021, por um empresário frequentador do museu e por um sócio. Desde então, o projeto passou a contar com uma estrutura financeira mais robusta e consolidou-se como associação sem fins lucrativos, com toda a receita reinvestida em expansão, novas experiências, tecnologia, acessibilidade e impacto social.
Experiência concreta em um mundo cada vez mais digital
Na avaliação de Vanessa, os museus ganham ainda mais relevância em uma sociedade marcada pelo excesso de telas. Para ela, tocar, brincar, errar e se emocionar seguem sendo experiências insubstituíveis na formação das crianças.
Ela também defende que a tecnologia pode ser aliada, desde que usada com propósito. Essa visão orienta a curadoria e o desenvolvimento das exposições do Museu da Imaginação, que busca unir encantamento, conteúdo e intenção pedagógica.
Próximo passo: experiências para adolescentes
Agora, a instituição prepara uma nova fase voltada ao público adolescente, com experiências imersivas dentro do universo dos SCAPES. A proposta é ampliar o diálogo com uma faixa etária que muitas vezes encontra menos espaços culturais pensados para seus interesses e sua linguagem.
Ao mesmo tempo, o museu trabalha para fortalecer acessibilidade, inclusão, projetos incentivados e novas parcerias institucionais. A meta é consolidar o Museu da Imaginação como uma das principais referências em experiências educativas imersivas da América Latina.
Mais do que crescer fisicamente, a instituição quer manter o que a tornou relevante: transformar aprendizado em vivência, cultura em pertencimento e visita em memória afetiva.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



