Linha TEA da Círculo une artesanato e inclusão

Fio Mollet ganha versão na cor TEA e parte das vendas será destinada ao Instituto Vinícius Ian, em apoio a famílias atípicas.

O artesanato ganhou um novo significado com o lançamento da cor TEA no fio Mollet, da Círculo. A proposta é unir criatividade, visibilidade e apoio a famílias atípicas em uma ação que coloca a conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista no centro da conversa.

Quando o feito à mão também informa

Mais do que uma novidade de produto, a iniciativa aposta no alcance cotidiano do artesanato para espalhar informação e reduzir o preconceito em torno do TEA. A ideia é simples: quando uma cor, um objeto ou uma peça artesanal circula no dia a dia, o tema deixa de parecer distante e passa a fazer parte da rotina de mais pessoas.

Segundo Rodrigo Gonçalves, fundador e presidente do Instituto Vinícius Ian, “o preconceito nasce do desconhecimento. Quando uma cor, um produto ou uma história tornam-se visíveis no dia a dia das pessoas, a conversa sobre inclusão deixa de ser abstrata. Por isso, quando um produto com esse tema circula em lojas e nas mãos de quem nunca teve contato com a pauta, ele acaba realizando um trabalho de informação que nenhuma cartilha consegue fazer”.

Parte das vendas será destinada ao instituto

A parceria entre a Círculo e o Instituto Vinícius Ian prevê que parte das vendas dos fios Mollet TEA se converta em recurso direto para a instituição. O instituto atua com atendimento jurídico, ações de saúde, educação e suporte a famílias atípicas em todo o Brasil.

Rodrigo também afirma que esse tipo de recurso recorrente ajuda no planejamento das ações da entidade. “Esse tipo de geração de recursos recorrentes é o que nos permite planejar com mais segurança, em vez de depender apenas de ações isoladas. Quanto mais essa parceria avança, mais conseguimos ampliar a capacidade de atendimento do Programa Juntos, que é a maior rede de atendimento a famílias atípicas e autistas, e levar nossos projetos, como a Sala Aconchego, para novos espaços”, disse.

Amigurumi e acolhimento sensorial

O texto também destaca como atividades manuais podem ser aliadas importantes no cuidado e no desenvolvimento de crianças com TEA. Entre os exemplos citados, o amigurumi aparece como uma opção bem aceita por ser macio e silencioso, características que podem favorecer o conforto sensorial.

De acordo com o material, muitas crianças autistas têm sensibilidade maior a texturas, sons e estímulos visuais. Nesse contexto, o amigurumi pode respeitar a forma como a criança percebe o ambiente, além de contribuir para a consciência corporal, a autonomia e a confiança em pequenas conquistas do dia a dia.

A Círculo informa que é a maior fabricante de fios para trabalhos manuais da América Latina e atua há 88 anos no mercado, com cerca de 1,5 mil colaboradores e exportação para mais de 60 países.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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