Mulheres na engenharia ainda são minoria no Brasil

No Dia Internacional das Mulheres na Engenharia, dados do Confea e da UNESCO mostram a sub-representação feminina e destacam trajetórias como a de Sook Won Moon.

No Dia Internacional das Mulheres na Engenharia, celebrado em 23 de junho, os números evidenciam um desafio persistente: no Brasil, apenas cerca de 20,2% dos 1,2 milhão de profissionais com registro ativo nas áreas da engenharia são mulheres. Globalmente, elas representam apenas 28% dos graduados em engenharia, segundo dados do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) e da UNESCO.

Importância da data

Criada em 2014 pela Women’s Engineering Society (WES), a data tem como objetivo combater a disparidade de gênero na engenharia e reconhecer as conquistas das mulheres na profissão. Em 2026, o tema “Inteligência em Engenharia” destaca a criatividade, experiência e habilidades de resolução de problemas que as engenheiras trazem para enfrentar desafios técnicos complexos.

Apesar dos avanços na formação, a sub-representação feminina na engenharia vai além da universidade. A UNESCO também aponta que as mulheres correspondem a apenas 35% dos graduados em áreas STEM (ciência, tecnologia, engenharia e matemática) no geral, evidenciando a necessidade de ampliar a participação feminina nessas carreiras.

Trajetória inspiradora

O texto destaca a trajetória de Sook Won Moon, vice-presidente de soluções de engenharia da John Crane, como exemplo de liderança feminina no setor industrial. Ela ingressou na empresa em 1997 como engenheira de aplicações e, ao longo de quase três décadas, ocupou diversos cargos técnicos e de liderança.

Atualmente, lidera equipes globais focadas no desenvolvimento de soluções para melhorar o desempenho operacional, a confiabilidade e a sustentabilidade. Em 2024, esteve no Brasil para a inauguração do Centro de Serviços Dry Gas Seal da John Crane, em Rio Claro (SP).

Benefícios da diversidade

O material reforça que ampliar a presença feminina na engenharia é fundamental não apenas para a representatividade, mas para incorporar uma diversidade de perspectivas e experiências que impulsionam a inovação. A profissão precisa refletir essa variedade para continuar atraindo e formando novas gerações que vejam a engenharia como uma carreira relevante e cheia de possibilidades.

Em um mercado em constante transformação, a presença de mulheres em posições técnicas e de liderança amplia o repertório e a inspiração para quem planeja o futuro profissional. Celebrar o Dia Internacional das Mulheres na Engenharia é também um convite para refletir sobre os avanços necessários para alcançar maior equidade no setor.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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